domingo, 29 de agosto de 2010

Gato de peruca? O que mais vão inventar?

Pois é, Julie Jackson, uma norte-americana, lançou em 2007 uma marca de perucas para gatos, a Glamourpuss ("Gatos glamourosos") que foi um sucesso. Agora ela lança o livro com fotos de seus gatos usando o artefato. Ficou uma gracinha mas eu não adotaria isto aqui em casa.

As perucas ainda são vendidas pelo site de Julie, o “Kitty Wigs”, ao preço de US$ 50 (o equivalente a R$ 86). O livro “Glamourpuss” ainda não foi lançado no Brasil, mas está à venda pelo site Amazon, e custa cerca de US$ 15 (ou cerca de R$ 26).








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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

CatNews: Exposição traz exemplares de gatos curiosos e dicas sobre o cuidado com os bichanos


Evento terá raça de animal sem pelo e exemplar que pesa 11 quilos

250 bichanos estarão à mostra na 120o e 121o Exposições Internacional de Gatos de Raça, que acontece no final de semana na quadra de ensaios da Mancha Verde, na Barra Funda. Entre as 43 raças expostas, estarão presentes exemplares de don sphynx, que não tem pelos, e o maine coon, um gato gigante que chega a pesar 11 kg e medir 1,1 m da cauda ao focinho.

No evento, realizado quatro vezes por ano e promovido pelo Clube Brasileiro do Gato, serão escolhidos ainda os melhores exemplares de cada raça em competição filiada à Fife (Federação Internacional Felina Europeia). Segundo Gerson Alves Pereira, presidente do Clube Brasileiro do Gato, responsável pela organização, o encontro é também “uma oportunidade dos gateiros de conhecer novidades em nutrição animal e vacinas”. Os criadores poderão se informar sobre a microchipagem dos pets (identificação por meio de chip eletrônico implantado sob a pele do animal), obrigatória na cidade de São Paulo desde 2007 e ainda aguarda regulamentação.

120ª e 121ª EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS DE GATOS DE RAÇA
Dias14 e 15 de agosto a partir das 9h. Quadra da Mancha Verde, rua Abraão Ribeiro, 503, Barra Funda SP. Entrada: 1 Kg de alimento não-perecível ou produto de higiene pessoal. Informações: www.clubebrasileirodogato.com.br

Publicado por: Revista Época
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

The Yoga Cats

Olhem só a criatividade de Dan e Alejandra Borris. Ele fotógrafo, ela ex-professora de Yoga. Alejandra persuadiu os gatos de seus vizinhos a posarem de forma semelhante a alguns exercícios de Yoga e Dan aproveitou para fotografar. Com uma ajudinha do Photoshop Dan chegou ao resultado abaixo em um lindo calendário para 2010.

Sabemos que os gatos têm uma enorme flexibilidade corporal. Aqui mesmo em casa, os malabarismos de Nina e Missy me levam as vezes a pensar que elas são feitas de elástico, tal as formas em que ficam após uma boa espreguiçada.

Divirtam-se!








Publicano por: Hub pages
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

CatNews:Restaurante exclusivo para cães e gatos abre em Sydney


Um restaurante exclusivamente para cães e gatos foi aberto na cidade australiana de Sydney,
na costa leste do país.


O Chew Chew, aberto em junho, serve pratos como risoto de frango, macarrão à bolonhesa, hambúrguer de sardinha, asas de frango e um “capuccino” feito com leite de cabra e salpicado com pedacinhos de fígado seco.

Para os gatos, o cardápio inclui iguarias como peixe branco marinado com geléia de sardinha e fígado de canguru.

O restaurante realiza também festas de aniversário para cães e gatos, com direito a bolo e brindes.


Pratos preferidos

O restaurante foi aberto pela japonesa Naoko Okamoto, especialista em nutrição.

"Muita gente acha que nosso restaurante é apenas um estabelecimento que aceita cachorros. Mas não é isso. Não servimos os donos, servimos apenas cães e gatos", disse Okamoto à BBC Brasil.

Segundo ela, o prato preferido dos cães é o bife com cogumelos.

"Nossos pratos são de alta qualidade, feitos com ingredientes orgânicos e de acordo com as necessidades nutricionais dos animais", disse.

Apesar de não servir seres humanos, o Chew Chew permite que eles comam ao lado de seus animais de estimação.

"Ao lado do Chew Chew, há uma cafeteria para humanos. Os donos vão até lá, compram o que quiserem e podem trazer para cá", explicou.

O restaurante abre para café da manhã e almoço e vende seus produtos também pela internet.

Publicado por: BBC Brasil

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terça-feira, 27 de julho de 2010

CatNews: Ração de gato é alvo de recall nos Estados Unidos

No Brasil, a Procter & Gamble informou que não comercializa o produto

A Procter & Gamble anunciou um recall na América do Norte da ração medicinal Iams, para gatos com problema renal devido a possível contaminação com a bactéria salmonela. De acordo com a empresa, o produto pode ainda causar problemas de saúde em pessoas que venham a manusear a ração.

Segundo análise da Food and Drug Administration (FDA), dois lotes da formula de ração específica para gatos com problemas nos rins apresentaram problemas e com isso, a ração não deve ser usada em hipótese nenhuma. A salmonela pode causar infecção e matar humanos e animais.

A Iams atua no mercado de rações Premium para cães e gatos com os alimentos Eukanuba e Iams. Com matriz em Dayton, Ohio (EUA), atua em mais de 77 países e está no Brasil há dez anos. No Brasil, a empresa informou que não comercializa essa ração.

Publicado por: Jovem Pan
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Como lidar com a morte de seu animal de estimação

Conheça a rotina do primeiro ambulatório de cuidados paliativos para animais domésticos do país. Lá, os donos aprendem como oferecer tranquilidade e conforto para o período final da vida de seus bichos.

Edlberto Rodrigues, Denise Fantoni, Teresinha Martins e Daniella Godoi são veterinários do primeiro ambulatório de cuidados paliativos para animais domésticos do Brasil. Eles amenizam o sofrimento de cães e gatos com doenças sem chance de cura. Mais do que isso: ajudam os donos a oferecer qualidade de vida e conforto para seus bichos de estimação quando mais precisam. Em um dos consultórios do Hospital Veterinário da Universidade de São Paulo (USP), a palavra sacrifício é a última a ser ouvida. Lá, a perspectiva da morte é trabalhada, mas deixada em segundo plano. O importante é oferecer um final de vida com menos sofrimento possível para animais portadores de doenças crônico-degenerativas, como o câncer, e dor extrema. Raríssima em animais, a prática dos cuidados paliativos representa uma mudança na visão da medicina veterinária que costumava determinar a eutanásia como o destino natural de um bicho velho ou doente.

Estima-se que existam 33 milhões de cães e 17 milhões de gatos no Brasil. Em grande parte dos lares do país, o animal é visto como alguém da família. O problema é que a expectativa de vida dos bichos, mesmo sendo maior hoje em dia, é curta em relação ao tempo que o dono viverá. Mais cedo ou mais tarde, ele terá que lidar com a perda do animal querido. Pensando como os médicos veterinários poderiam ajudar nesse momento, a professora Denise Fantoni decidiu acompanhar em 2005 a rotina de pacientes terminais do Hospital das Clínicas de São Paulo. A experiência possibilitou ao grupo de estudos chefiado por ela na USP conhecer os caminhos para a melhoria da qualidade de vida de pacientes com esse perfil. Denise percebeu ali que poderia aplicar o conceito de cuidados paliativos no mundo animal.

No ambulatório do Hospital Veterinário da USP, todos os animais têm algum tipo de doença que os levará à morte. O tratamento realizado no local consiste, basicamente, em um trabalho de medicação e orientação. Os veterinários receitam remédios para que o bicho não sofra com as dores da doença, acompanham a evolução do quadro clínico e ensinam aos proprietários medidas simples para melhorar a rotina dos animais, como fazer a vontade deles sempre que possível. “Em geral, um cachorro deve ser alimentado com ração. Mas nesse momento da vida isso deixa de fazer sentido”, diz Denise Fantoni. “Se ele gosta mais de comer carne ou macarrão, orientamos o dono a dar ao bicho o que ele quer.” Outro tipo de medida ensinada no ambulatório refere-se ao lugar em que o animal passará a maior parte do tempo. “É importante nessa escolha levar em conta o aumento da proximidade do cão com as pessoas da casa”, afirma Teresinha Martins, colaboradora do programa e veterinária. “Não é porque ele está com uma doença que deve ficar no quintal sozinho. Trazê-lo para dentro e dar muito carinho são essenciais.”

A equipe ainda recomenda aos proprietários rigor com o horário das medicações. Caso contrário, as dores – e o sofrimento do bicho – podem piorar. Os pacientes são acompanhados de perto pelos veterinários do ambulatório por meio de consultas semanais, quinzenais ou mensais. Dependendo do caso, eles fornecem seus telefones para que possam ser informados pelos donos sobre a evolução da doença.

A base dos cuidados paliativos no Hospital Veterinário da USP está em um questionário elaborado pela professora Denise e por sua ex-doutoranda, a veterinária Karina Yazbek. Ele é composto por doze perguntas feitas ao proprietário do animal a cada consulta (ver quadro abaixo). As questões avaliam a disposição do bicho para comer, brincar, andar e dormir, entre outros aspectos. O seu resultado pode determinar a alteração ou não do tratamento. “É através das respostas que a equipe avalia se as medicações estão surtindo efeito para conter a dor”, diz Daniella Godoi, veterinária e outra colaboradora da equipe. “Se notarmos que não existe mais qualidade de vida para o bicho, a eutanásia se torna a única alternativa para acabar com o seu sofrimento.”

É quando a morte, até então em segundo plano no ambulatório, adquire forma. Vista por alguns como um fracasso, ela é enxergada pelos veterinários como a chave dos cuidados paliativos: “A morte não é um fracasso para o médico. Fracasso é não tratar o bicho com dignidade e respeito quando ele está à beira da morte. Nosso trabalho não é acrescentar dias de vida ao bicho, mas dar qualidade de vida aos poucos dias que ele tem”, afirma Teresinha.

Clique aqui para ver a reportagem na íntegra.

Publicado por: Revista Época
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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Guia de Primeiros Socorros para Cães e Gatos


Você sabe avaliar quando seu cão está com febre? Qual o batimento cardíaco normal de um gato? Quem tem um animal de estimação em casa precisa estar atento ao seu comportamento. Falta de apetite e apatia, por exemplo, podem esconder diversas doenças. Isso sem falar nos acidentes e imprevistos tão comuns na vida dos pets.

Para ajudar os donos na hora de uma emergência e evitar o tempo perdido com medos e indecisões – que podem até ser fatais para os animais – a americana especializada em medicina de emergência Amy D. Shojai, que já publicou 12 livros sobre animais de estimação, escreveu Primeiros Socorros para Cães e Datos (Gutenberg Editora, R$ 49,90, 432 páginas), que acaba de ganhar uma versão em português.

No livro, a autora mostra técnicas de imobilização e de ressuscitação cardiopulmonar, dá dicas de quais e em que quantidades os remédios para humanos podem ser usados nos animais e ensina como avaliar os principais sinais vitais de cães e gatos (confira quadro no final desta reportagem).

O guia ainda lista um kit de primeiros socorros que a pessoa deve ter em casa. Entre os materiais sugeridos pelo livro, estão tesouras sem pontas (para curativos), focinheira, termômetro clínico, tosquiador elétrico (para aparar pelos em volta de feridas), plástico bolha (para tala de imobilização) e soro fisiológico (para limpar feridas).

A veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Adriana da Costa Val, que participou da revisão de conteúdo para a versão em português da publicação, afirma que o livro deve ser visto como um meio de orientação para os donos, mas não deve substituir a avaliação e os cuidados de um profissional.

Adriana diz que alguns procedimentos que estão no guia podem ser ensinados no consultório e repetidos em casa pelo dono do animal, como a limpeza das orelhas e a medição da temperatura, por exemplo. Mas é preciso cuidado. “A temperatura é medida através do reto, o que pode causar incômodo ao animal se não for feito corretamente”, alerta Adriana.

De acordo com a veterinária, as regras básicas para a boa saúde de seu bicho de estimação são oferecer água fresca e comida de boa qualidade, não deixar objetos perigosos ao alcance deles (canetas, remédios, produtos de limpeza) e analisar se o ambiente onde ele costuma ficar é realmente seguro. O check-up de saúde deve ser feito a cada seis meses e as principais vacinas devem ser atualizadas uma vez por ano.

Publicado por: Revista Época
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terça-feira, 29 de junho de 2010

CatNews: Gato Oscar recebe patas biônicas em cirúrgia pioneira


O gato britânico Oscar juntou-se a um grupo muito seleto:
é um dos raríssimos animais com membros biônicos,
especificamente as duas patas traseiras que lhe tinham sido decepadas num acidente.


A intervenção cirúrgica — pioneira — colocou nas pernas do gato umas cavilhas metálicas que ligam os tornozelos a patas protésicas e simulam a forma como as armações dos veados crescem sob a pele. A operação foi feita pelo veterinário Noel Fitzpatrick e é narrada no documentário da BBC The Bionic Vet (veja o vídeo aqui).

Oscar sofreu um acidente com uma debulhadora em Outubro, quando estava deitado ao sol numa quinta das British Channel Isles. Os donos levaram-no ao veterinário local, que recomendou a intervenção do cirurgião veterinário Fitzpatrick.

Com a ajuda de peritos em engenharia biomédica, foram criadas as patas falsas de forma a ficarem ligadas ao osso e à pele. “Isto permite que o implante funcione como um pêndulo na base dos membros do animal, dando-lhe um movimento normal”, descreve o veterinário. “O Oscar pode agora andar e saltar tal como os outros gatos”.

A tecnologia usada — próteses de amputação intraósseas e transcutâneas (Itap) — está a ser testada em humanos e já foi utilizada para criar um braço para uma mulher, ferida nos atentados à bomba de Londres, em 2005.

Publicado pelo jornal Português Público
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domingo, 27 de junho de 2010

Phebo agora faz parte da Constelação de São Chiquinho

Querido Phebo,

Deixamos a você aqui, a nossa enorme saudade.
Que triste saber que vc já não está mais entre nós.
Sabemos que vc está no paraíso dos animais agora.
Um lugar perfeito e cheio de amiguinhos para te encantar nesta sua nova vida.

Que São Chiquinho te abrace muito forte e que vc seja muito feliz,
Porque você nos fez muito feliz durante os 15 anos que te tivemos ao nosso lado.
Você jamais sairá de nossa memória.

Saudades Forever

Tia Angélica, Nina e Missy
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sábado, 12 de junho de 2010

Chica: Nossa prima quase humana

Oi tios, oi tias. Há algum tempo atrás, mencionamos aqui sobre esta prima muito especial. Ela está na família há mais de 30 anos e hoje ela deve ter aproximadamente 46 anos de idade. Ela foi encontrada quase morta por nossa bisa que cuidou dela desde pequenininha e aí foi ficando, ficando e hoje ela tem um canto (jaula) enorme, especialmente feito pra ela num sítio delicioso, cheio de passarinhos e árvores frutiferas. Seu nome é Chica.

Chica adora escarola, cabelo de milho, ovo de codorna cru, maçã, mamão e muitas outras frutas. Vejam como ela é adorável.



Lambeijos nossos: Nina e Missy
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Love Is In The Air

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A FITA MÉTRICA DO AMOR

Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.

Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

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Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.

Martha Medeiros

Feliz Dia dos Namorados a você também!
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quinta-feira, 10 de junho de 2010

CLAMIDIOSE FELINA


Olá seguidores,

Tenho recebido muitos comentários, principalmente neste período de outono/inverno, sobre doenças oculares nos felinos, já citada anteriormente aqui e também aqui.

Fui em busca de maiores informações e posto mais este informativo. Espero que possa ajudar um pouco mais em orientações a vocês, lembrando sempre que o melhor mesmo é uma boa visita ao veterinário para uma checagem geral no seu felino querido.

Clamidiose Felina

Chlamydia psittaci foi isolada pela primeira vez em 1942 nos Estados Unidos. Essa foi a primeira patogenia respiratória isolada de um gato.

Chlamydia sp pode ser encontrada em combinação com herpesvirus felino e calicivirus felino. As observações clínicas indicam que a clamidiose é uma doença primariamente conjuntival, podendo evoluir para doença respiratória.

PATOGENIA E SINAIS CLÍNICOS:

A Chlamydia sp se multiplica no citoplasma das células do epitélio conjuntivo, causando a sua ruptura e liberando organismos que irão infectar outras células epiteliais. Os gatos adultos podem apresentar a infecção, porém a doença aparece mais freqüentemente em filhotes e gatos jovens. Os filhotes são mais afetados entre 1 mês e três meses de idade, e podem apresentar episódios recorrentes de conjuntivite. O período de incubação pode chegar a 10 dias. No início apresenta-se somente uma leve descarga ocular serosa e blefaroespasmo, evoluindo para uma descarga ocular purulenta bilateral, corrimento nasal também purulento e espirros ocasionais. A hipertermia pode estar presente durante vários dias no estágio inicial. A conjuntivite pode persistir por 2 meses ou mais. Viroses respiratórias podem agravar o quadro de infecção por Chlamydia sp e concomitantemente agravar a conjuntivite. A infecção por Chlamydia sp já foi relatada em mucosa gástrica e trato genital, mas o significado clínico permanece desconhecido.

EPIDEMIOLOGIA:

A clamidiose é transmitida entre os gatos por contato direto com as descargas nasais e conjuntivais . A Chlamydia sp pode também ser excretada através das fezes e fluidos vaginais.

DIAGNÓSTICO:

O diagnóstico pode ser realizado através de culturas de swab conjuntival, teste de ELISA e pesquisa de anticorpos, além da observação clínica e histórico do animal.

TRATAMENTO:

As tetraciclinas são consideradas as drogas de eleição para o tratamento da clamidiose felina. A doxiciclina, recentemente introduzida no meio veterinário, apresenta a vantagem da aplicação única ao dia. A antibioticoterapia deve persistir por 2 sema- nas após o desaparecimento de todos os sintomas. Se o animal afetado estiver em contato com outros gatos, todos os contactantes deverão receber o mesmo trata- mento.

PREVENÇÃO:

Um manejo adequado deve ser seguido para prevenir a infecção local por Chlamydia sp. Todos os animais novos que serão introduzidos em um ambiente contendo outros gatos deverão passar por um isolamento de pelo menos 6 semanas.

Uma vez que a epidemia se instalou no ambiente, a infecção pode persistir por meses ou anos.

CONTROLE:

1. Tratamento de todos os animais infectados e contactantes.

2. Vacinação - Vacina quádrupla felina.

3. Manejo adequado e boa higiene geral.

Fonte: Redevet
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