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domingo, 11 de setembro de 2011

Donos de gatos estudam mais do que os de cachorros


Uma pesquisa da Universidade de Bristol, na Inglaterra, é um novo capítulo da guerra entre cães e gatos. Ou melhor, entre donos de cães e gatos. O estudo avaliou 2.524 casas e constatou que, em 47% das que tinham gatos, morava pelo menos uma pessoa com ensino superior completo. Mas o número caía para 38% quando o animal doméstico era um cachorro.
Aí vem a explicação: a hipótese dos pesquisadores é que o excesso de trabalho, possivelmente associado a empregos mais qualificados (por sua vez, resultados de uma formação superior), torna ter um cachorro meio impraticável — afinal, eles exigem mais atenção do que os felinos.

Fonte: Revista Super Interessante
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terça-feira, 29 de junho de 2010

CatNews: Gato Oscar recebe patas biônicas em cirúrgia pioneira


O gato britânico Oscar juntou-se a um grupo muito seleto:
é um dos raríssimos animais com membros biônicos,
especificamente as duas patas traseiras que lhe tinham sido decepadas num acidente.


A intervenção cirúrgica — pioneira — colocou nas pernas do gato umas cavilhas metálicas que ligam os tornozelos a patas protésicas e simulam a forma como as armações dos veados crescem sob a pele. A operação foi feita pelo veterinário Noel Fitzpatrick e é narrada no documentário da BBC The Bionic Vet (veja o vídeo aqui).

Oscar sofreu um acidente com uma debulhadora em Outubro, quando estava deitado ao sol numa quinta das British Channel Isles. Os donos levaram-no ao veterinário local, que recomendou a intervenção do cirurgião veterinário Fitzpatrick.

Com a ajuda de peritos em engenharia biomédica, foram criadas as patas falsas de forma a ficarem ligadas ao osso e à pele. “Isto permite que o implante funcione como um pêndulo na base dos membros do animal, dando-lhe um movimento normal”, descreve o veterinário. “O Oscar pode agora andar e saltar tal como os outros gatos”.

A tecnologia usada — próteses de amputação intraósseas e transcutâneas (Itap) — está a ser testada em humanos e já foi utilizada para criar um braço para uma mulher, ferida nos atentados à bomba de Londres, em 2005.

Publicado pelo jornal Português Público
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Será que cães e gatos só enxergam em preto-e-branco?

Isso é só um mito. Esses animais conseguem enxergar cores, sim, embora de uma forma mais limitada do que a gente. Ao contrário dos humanos, que têm três tipos de pigmentos na retina capazes de captar o azul, o vermelho e o verde, cães e gatos só possuem dois pigmentos, o que reduz o espectro de cores que eles podem identificar. "Alguns pesquisadores acreditam que eles enxergam azul e amarelo, enquanto outros defendem que eles vêem azul e vermelho, mas todos são unânimes em dizer que eles não percebem o verde", diz a veterinária Adriana Teixeira, especialista em oftalmologia animal. Essa limitação visual, no entanto, não é um problema, já que os animais a compensam de outras formas.

Cães e gatos, por exemplo, conseguem ver muito bem na penumbra, são capazes de diferenciar várias tonalidades de cinza e possuem enorme habilidade para detectar movimentos. Em tempo: entre os poucos animais que enxergam em preto-e-branco estão os peixes abissais, que, aliás, não sofrem muito com isso. Afinal, nas profundezas dos mares, onde a iluminação é baixíssima, não existem cores para ser vistas.

Olho por olho

Uma mesma imagem é captada de maneiras diferentes por humanos, cães, gatos e insetos

VISÃO HUMANA
Essa é a "cena real" de duas araras bastante coloridas. Bem, real ao menos para nós, seres humanos, é claro. Como nossos olhos têm células fotorreceptoras para as cores azul, verde e vermelha, enxergamos um amplo espectro de cores com a luz do dia e conseguimos captar imagens bem definidas.

VISÃO DE CÃES E GATOS
Já cachorros e gatos levam algumas desvantagens. Ambos enxergam colorido, mas as cores são mais desbotadas se comparadas às que os humanos vêem. Além disso, eles captam imagens com pouca definição e não percebem o verde, vendo no lugar tonalidades que vão do cinza ao preto.

VISÃO DOS INSETOS
Essa é uma espécie de "caricatura" de como os insetos vêem. Eles enxergam com estranhas variações nas cores. Por exemplo, onde nós identificamos vermelho, eles vêem preto; onde tem azul, entra o verde. Além disso, como captam radiação ultravioleta, onde tem preto, eles enxergam violeta

Publicado por: Revista Mundo Estranho
Gravura: Gary Paterson
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sábado, 11 de abril de 2009

A fonte da Juventude tem Bigodes


Os amantes de felinos sempre souberam que ter um gatinho por perto é na certa, ter vários anos de vida a mais, mas agora os pesquisadores através de pesquisas e estatísticas comprovam que os gatos podem adicionar no mínimo 10 anos a mais de vida ao homem.

Estes créditos provêm do estudo cada vez mais exaustivo realizado sobre a relação entre o homem e seus animais de estimação (Dr. Horst Becker).

Sete cientistas do Instituto de Longevidade de Berlim trabalharam durante cinco anos antes de tirar as suas conclusões. Becker e seus sócios estudaram mais de 3000 proprietários de gato e descobriram que esses animais têm um maravilhoso e quase instantâneo efeito calmante.

Notou-se que logo após uma pessoa pegar um gato e acariciá-lo, a sua pressão arterial e a freqüência cardíaca diminuiram consideravelmente.

Becker diz: "Nós não nos demos por vencidos até descobrirmos o incrível poder dos gatos ou até que nossas pesquisas demonstraram que os gatos agiam como uma fonte de juventude para os seus donos. Salientamos que qualquer animal de estimação irá adicionar alguns anos de vida ao seu dono, mas os gatos adicionam uma média fenomenal de 10,3 anos para aqueles que tiveram um gato desde a infância. "

De interesse para os solteiros ... Dr. Herman Hoffman, um psicólogo de Nova York, afirma que, "amantes de gatos tornam-se companheiros mais amorosas, sensíveis, leves, gentis e educados ." Nós não sabemos qual o tipo de investigação Dr. Hoffman realizou para chegar a esta conclusão, mas parece lógico. Ai ... se você é um amante de gatos e se casar com outro amante de gatos, vocês dois viverão felizes para sempre!

Tradução livre feita do site: http://www.catsinternational.org
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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Estranho, porém verdade: gatos não sentem o sabor doce

por David Biello
Revista: Scientific American - Brasil
Seção: Notícia
Data: 24/09/2007

Existe uma razão para o desdém dos gatos pelo açúcar – e seu amor pela ração úmida em vez da seca



Açúcar, condimentos e outras coisas gostosas parecem não ser nada atraentes para os gatos. Nossos amigos felinos se interessam por apenas uma coisa: carne (e também, é claro, uma soneca revigorante para poder continuar caçando, ou uma preguiçosa sessão de carinho). Isso não acontece só porque dentro de cada gatinho malhado se esconde um assassino pronto para agarrar um passarinho ou torturar um camundongo, mas também porque os gatos não possuem a capacidade de sentirem o sabor doce – diferentemente de todos os outros mamíferos pesquisados até hoje.

A língua da maioria dos mamíferos é recoberta por grupos de papilas gustativas, sendo que cada grupo possui receptores para detectar sabores específicos. Cada papila possui proteínas em sua superfície que se ligam à substância em contato com ela, ativando os mecanismos internos da célula e enviando uma mensagem ao cérebro, que por sua vez decodifica o sabor. Humanos possuem cinco tipos de papilas gustativas (possivelmente seis): azedo, amargo, salgado, doce e umami (sabor que alguns aminoácidos como o glutamato e o aspartato produzem). Existe também a possibilidade de possuirmos um sexto receptor que identifica o sabor de gordura. O receptor de doce é, na verdade, é formado por duas proteínas emparelhadas, produzidas por dois genes diferentes, o Tas1r2 e o Tas1r3.

Quando funcionam normalmente, as duas proteínas emparelhadas identificam quando algo de sabor doce entra em contato com a língua, e a informação é rapidamente enviada para o cérebro. Isso porque o sabor doce é sinal de que um carboidrato rico em energia está chegando. Os carboidratos são importante fonte energética tanto para os herbívoros quanto onívoros, categoria na qual nos encaixamos. Mas os gatos são provenientes de uma linhagem nobre – a dos carnívoros – ou seja, se alimentam exclusivamente de carne.
Seja a dieta alimentar a causa ou efeito, todos os felinos, leões, tigres, ou um gato rajado comum são desprovidos de 247 pares de bases nitrogenadas que formam o DNA do gene Tas1r2. Como resultado, não se codifica propriamente uma proteína, nem um gene, apenas um pseudo gene, o que não permite que os gatos sintam o sabor doce. “Os felinos não sentem o sabor doce do mesmo modo que nós”, afirma Joe Brand, bioquímico e diretor associado do Monell Chemical Senses Center, na Filadélfia. “Por um lado podemos dizer que os gatos são sortudos: você já viu como eles têm dentes saudáveis?”.

Brand e seu colega Xia Li descobriram o “pseudo-gene”, após décadas de evidências seguidas como, por exemplo, o fato de que os gatos não mostrarem nenhuma preferência entre água açucarada e água pura – fato que não acontece com outros animais, que tem interesse pela água adoçada. É claro que existem histórias de gatos que tomam sorvete, que comem algodão doce e correm atrás de marshmallows. “Talvez alguns gatos possam usar seus receptores Tas1r3 para provar açúcar em alta concentração.” Diz Brand. “É um fato incomum, e ainda não temos certeza” conclui.

No entanto, os cientistas sabem que os felinos conseguem provar sabores que nós não conseguimos definir, como o da adenosina trifosfato (ATP), o composto que fornece energia a cada célula viva. “Esse é um sinal de que estão comendo carne” Brand explica. “Vários outros animais possuem diferentes tipos de receptores”, explica Li. Desde galinhas, que também não possuem o receptor para doce, ao bagre, que consegue detectar aminoácidos na água mesmo em concentrações nanomolares. “Seus receptores são mais sensíveis do que a concentração de fundo,” explica Brand, “O bagre que consegue localizar a comida em decomposição mais rapidamente é o que tem mais chances de sobreviver”.

Até agora os felinos são os únicos mamíferos que não tem o “gene do doce”; mesmo seus parentes próximos, também carnívoros, como as hienas e mangustos possuem a capacidade de detectar o sabor doce. Além disso, os felinos podem não ter outras funções relacionadas ao aproveitamento (e digestão) de açúcares, como a glucoquinase, uma enzima encontrada no fígado, fundamental no metabolismo dos carboidratos e responsável por evitar o excesso de glicose no organismo. Apesar disso, os maiores fabricantes de rações para gatos nos Estados Unidos usam milho e outros tipos de cereais em suas formulações. “Talvez esse seja o motivo dos gatos começarem a apresentar problema de diabetes” sugere Brand. “A ração para felinos contém 20% de carboidratos. Os gatos não estão acostumados, e por isso o organismo não sabe como tratar adequadamente essa fonte de nutrientes.” É muito provável que esses incríveis predadores suburbanos estejam se machucando por não sentirem o sabor daquilo que estão ingerindo. Mas isso não quer dizer que os apaixonados por gatos devam se preocupar se o gatinho resolver caçar uma sobremesa mal vigiada.
© Duetto Editorial. Todos os direitos reservados.
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O que os Gatos fazem por Nós




Esquentam nosso colo e nos dão alguém para falar.
Ajudam a baixar a pressão.
Criam um elo entre você e as outras pessoas que têm gatos.
Transformam objetos comuns em brinquedos.
Nos faz mais atentas aos pássaros.
Funcionam como alarme.
Exibem acrobacias para você.
Contribuem para tornar sua vida mais longa.
Enfeitam o peitoril da janela.
Mantém os ratos longe.
Nos faz sorrir.
Inspira os poetas e escritores.
Nos ensina a ter os pés no chão.
Nos faz deixar nossos desejos em segundo plano em prol de alguém.
Aquecem nossas casas e nossos corações.
Nos lembram de como a vida é misteriosa.
Compartilham conosco o seu ronronar.
Nos instruem na arte de se espreguiçar.
Mostram-nos como levantar a poeira e dar a volta por cima.
Fazem com que até nosso sofá velho pareça bonito.
Abrem nossos corações.
(Autor Desconhecido)
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