Fatos curiosos sobre os felinos domésticos e selvagens. Seja muito bem vindo !!!
quinta-feira, 18 de março de 2010
Resultado do Exame da Missy
segunda-feira, 15 de março de 2010
Pulgas e Carrapatos: Como livrar seu pet deste mal

A pulga, o inimigo mais comum dos bichos de estimação, eclode do ovo com as altas temperaturas. Carrapatos também ficam mais ativos com o calor, quando seu ciclo de vida acelera: o tempo de muda reduz, e, em cada fase do ciclo, a praga precisa se alimentar, infestando os animais domésticos.
Além de processos alérgicos, lesões por traumatismo e infecções de pele, essas pragas, quando não tratadas, podem detonar problemas mais sérios. É o caso dos mosquitos, também comuns nessa época: eles costumam depositar ovos na pele dos bichos, liberando larvas que comem o tecido do animal e podem transmitir doenças fatais como a dirofilariose, parasita do coração, e a leishmaniose, transmitida de cão para cão pelo flebótomo, ou mosquito-palha.
“Os carrapatos são vetores de rickettsias, parentes da conhecida febre maculosa, que parasitam o sangue e podem levar o animal à morte”, diz Karla da Cunha Pedrozo, veterinária da Pet Center Marginal, onde a procura por fórmulas antipulgas e anticarrapatos cresce 50% nos meses mais quentes. “Já as pulgas podem transmitir vermes. E como se alimentam do sangue do bicho, no caso de uma infestação maciça o deixam debilitado, às vezes com anemia intensa.”
Contra-ataque
Há várias maneiras de proteger seu bicho das pragas domésticas ou, se o estrago já estiver feito, armar uma ofensiva rápida e eficaz. A primeira recomendação é aplicar ou atualizar o produto antiparasitas. “O ideal é usar produtos com alto poder residual, como coleiras, sprays ou as pipetas”, diz Karine Raile Rocha, veterinária da Cobasi. As doses são indicadas de acordo com o peso do bicho, e o tempo de cada aplicação pode variar de um a seis meses, reforçada ao final desse período. Os próprios donos podem fazer a aplicação em casa.
Embora populares no mercado, xampus antipulgas, anticarrapatos e sua versão contra moscas, à base de citronela, precisam ser associados a produtos mais fortes, como o Frontline, para agir com eficácia. “O poder residual do xampu, em geral, é muito baixo. É apenas uma forma de auxiliar na eliminação da praga”, explica Karine.
Os banhos antiparasitários podem ser administrados toda semana, em casa ou no pet shop. Os xampus não oferecem riscos ao bicho ou ao proprietário. Só não use produtos destinados a outros animais como bovinos e cavalos, pois podem ser tóxicos.
Os recentes alagamentos que deixaram São Paulo submersa favorecem ainda a transmissão de leptospirose, bactéria transmitida pela urina de ratos e que pode contaminar humanos e cães. “A vacinação contra ela deve ser realizada em consultório veterinário. Gatos não precisam desse tipo de prevenção”, continua a veterinária.
Não tem cão nem gato e acha que está livre das pragas de verão? Nem sempre. Elas também atacam as aves. As mais comuns são piolhos, que devem ser tratados com piolhicidas. Furões e derivados também podem ser infestados por pulgas e carrapatos – prevenção e tratamento são iguais aos dos pets mais populares.
Pegue pesado com carrapatos
O parasita é resistente e transmite doenças graves, como a babesiose
1. Em infestações grandes, os banhos carrapaticidas precisam ser repetidos a cada semana
2. Seus ovos e larvas em geral ficam na vegetação ou em frestas de paredes e pisos. Aplique carrapaticidas na casa do cão, plantas, canteiros, paredes, pisos e ralos, a cada 15 dias. Alterne as fórmulas, para o parasita não desenvolver resistência
3. Sinais de infestação são apatia, febre, falta de apetite e mucosas pálidas, nos olhos ou gengivas, além de prostração e emagrecimento
4. Um exame de sangue detecta ainda cedo doenças como a babesiose.
Publicado por: Revista Época
domingo, 14 de março de 2010
Conto: O Gato Zen

O Homem acariciou o Gato em seu colo e suspirou. O Gato abriu os olhos, ronronou e olhou para o Homem. Uma lágrima escorreu pela face do Homem e caiu na testa do Gato. O Gato lhe lançou um olhar ligeiramente irritado.
"Por que você está chorando, Homem?", perguntou. "Porque não suporta a idéia de me perder? Porque acha que nunca vai poder me substituir?"
O Homem fez que sim com a cabeça.
"E para onde acha que eu irei quando deixar você?", o Gato perguntou.
O Homem deu de ombros, sem saber o que dizer.
"Feche os olhos, Homem", disse o Gato. O Homem o olhou sem entender bem, mas obedeceu.
"De que cor são meus olhos, meu pêlo?", o Gato perguntou.
"Os olhos são dourados e o pêlo é marrom, um marrom intenso e vivo", o Homem respondeu.
"E em que parte do corpo tenho pêlos mais escuros?", o Gato perguntou.
"Nas costas, no rabo, nas pernas, no nariz e nas orelhas", disse o Homem.
"E em que lugares você mais costuma me ver?", perguntou o Gato.
"Eu vejo você... no parapeito da janela da cozinha, observando os passarinhos... na minha cadeira preferida... na escrivaninha, deitado em cima dos papéis de que eu preciso... no travesseiro ao meu lado, à noite".
O Gato assentiu.
"Você consegue me ver em todos esses lugares agora, mesmo de olhos fechados?", perguntou.
"Claro. Vi você neles por muitos anos", o Homem disse.
"Então, sempre que você quiser me ver, tudo o que precisa fazer é fechar os olhos", disse o Gato.
"Mas você não vai estar lá de verdade", respondeu o Homem com tristeza.
"Ah, é mesmo?", disse o gato. "Pegue aquele barbante do chão - ali, meu 'brinquedo'".
O Homem abriu os olhos, esticou o braço e pegou o barbante. Tinha uns 60 centímetros e o Gato conseguia se divertir com ele por horas e horas.
"De que ele é feito?", o Gato perguntou.
"Parece que é de algodão", o Homem disse.
"Que vem de uma planta?", perguntou o Gato.
"Sim," disse o Homem.
"De uma só planta ou de muitas?"
"De muitos algodoeiros," o Homem respondeu.
"E seria possível que outras plantas e flores nascessem no mesmo solo do algodoeiro? Uma rosa poderia nascer ao lado do algodão, não?", perguntou o Gato.
"Sim, acho que seria possível", disse o Homem.
"E todas as plantas se alimentariam do mesmo solo e da mesma chuva, não é?", o Gato perguntou.
"Sim", disse o Homem.
"Então, todas as plantas, a rosa e o algodão, seriam muito parecidas por dentro, mesmo aparentando ser muito diferentes por fora", disse o Gato.
O Homem concordou com a cabeça, mas não conseguia entender o que aquilo tinha a ver com a situação.
"E então, aquele barbante", disse o Gato, "é o único barbante do mundo feito de algodão?"
"Não, claro que não", disse o Homem, "foi tirado de um rolo de barbante".
"E você sabe onde estão todos os outros pedaços de barbante, e todos os outros rolos?", perguntou o Gato.
"Não, não sei... seria impossível saber", disse o Homem.
"Mas mesmo sem saber onde estão, você acredita que eles existem. E mesmo que alguns pedaços de barbante estejam com você, e outros estejam em outros lugares... mesmo que alguns sejam curtos e outros sejam compridos, e mesmo que seu rolo de barbante não seja o único no mundo... você concorda que há uma relação entre todos os barbantes?", o Gato perguntou.
"Nunca tinha pensado nisso, mas acho que sim, há uma relação", o Homem disse.
"O que aconteceria se um pedaço de barbante caísse no chão?", perguntou o Gato.
"Bom... ele ia acabar enterrado, e se decompondo na terra", o Homem disse.
"Sei", disse o Gato. "E talvez nascesse mais algodão naquele lugar, ou uma rosa".
"Pode ser", concordou o Homem.
"Quer dizer que a rosa no parapeito da janela pode ter alguma relação com o barbante na sua mão, e também com todos os barbantes que você nunca viu", disse o Gato.
O Homem franziu a testa, pensando.
"Agora pegue uma ponta do barbante em cada mão", instruiu o Gato.
O Homem fez o que foi pedido.
"A ponta na mão esquerda é o meu nascimento, e a na mão direita é minha morte. Agora junte as duas pontas", disse o Gato.
O Homem obedeceu.
"Você formou um círculo contínuo", disse o Gato. "Alguma parte do barbante parece diferente, melhor ou pior que qualquer outra parte dele?"
O Homem examinou o barbante e então fez que não com a cabeça.
"O espaço dentro do círculo parece diferente do espaço fora dele?", o Gato perguntou.
De novo, o Homem fez que não com a cabeça, mas ainda não sabia se estava entendendo onde o Gato queria chegar.
"Feche os olhos de novo", disse o Gato. "Agora lamba a mão".
O Homem arregalou os olhos, surpreso.
"Faça o que eu digo", disse o Gato. "Lamba a mão, pense em mim em todos os meus lugares costumeiros, pense em todos os pedaços de barbante, pense no algodão e na rosa, pense em como o interior do círculo não é diferente do exterior".
O Homem se sentiu bobo, lambendo a mão, mas obedeceu. Ele descobriu o que um gato deve saber, que lamber uma pata é muito relaxante, e ajuda a pensar mais claramente. Continuou a lamber, e os cantos da boca começaram a esboçar o primeiro sorriso que ele dava em muitos dias. Esperou que o Gato lhe mandasse parar mas, como este não mandou, abriu os olhos. Os olhos do Gato estavam fechados. O Homem acariciou o pêlo marrom, quente, mas o Gato havia morrido.
O Homem cerrou os olhos com força e as lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto.
Viu o Gato no parapeito da janela, na cama, deitado em cima dos papéis importantes. Ele o viu no travesseiro ao seu lado, viu os olhos dourados brilhantes, e o marrom mais escuro no nariz e nas orelhas. Abriu os olhos e, por entre as lágrimas, olhou para a rosa que crescia em um vaso na janela, e depois para o barbante que ainda segurava apertado na mão.
Um dia, não muito depois, tinha um novo Gato no colo. Era uma linda gata malhada... tão diferente do seu querido Gato anterior mas, ao mesmo tempo, tão parecida.
O Gato Zen é um conto que faz parte do livro Pedaços do meu coração, coletânia de escritos de Jim Willis, ativista de causas animais norte-americano.
sexta-feira, 12 de março de 2010
NOTÍCIAS DA MISSY
Como comentado no comecinho desta semana, ontem a Missy passou por uma intervenção cirúrgica para a retirada de 2 Sarcomas Vacinais. O que é isto? Segundo os médicos veterinários, os sarcomas vacinais são nódulos cancerígenos (maléficos ou benéficos) que surgem no dorso intercostal (laterais das costas) dos felinos devido à vacinas (e aqui um parenteses, as pequenas não tomam vacinas desde 2002 por recomendação médica veterinária, já antecipando q isto já foi provado cientificamente e tende a acontecer). "Dizem" eles que isto é muito comum de acontecer e principalmente em gatinhos de pêlo longo. Enfim...
Há 15 dias fazendo carinhos na Missy percebi dois caroços de tamanhos diferentes, um parecendo uma verruguinha e o outro mais saliente e também notei que ela ficava incomodada quando passava o dedo para examinar melhor. Busquei orientação com a amiga e vet Elaine, que já de cara me deu o diagnóstico e me recomendou ir até a Unisa - Hosp. Veterinário aqui perto de casa para uma avaliação melhor. Foram solicitados vários exames, um deles foi a coleta do material que é feita via punção no local (citologia) e aí veio o diagnóstico de ter grandes possibilidades de ser um Sarcoma e que a avaliação da gravidade ou não só poderia ser feita através da histopatologia ou biopsia (extração do tecido doente) para avaliação por um oncologista.
Devo dizer-lhes que não foi nada fácil tomar esta decisão mas como a Missy está mais "jovenzinha" 12 anos e muito saudável resolvi q faria a cirúrgia , mas aí veio a dúvida. Na Unisa o médico informou que o corte seria relativamente grande pois eles precisam de uma margem de segurança para a retirada total do tecido lesado. Aí eu já fiquei de "orelha em pé" pois o que me demonstravam era quase um gato que retirariam dela..
Consultei outros veterinários, minha amiga e aí fomos lá para o passado na 1a. vet que castrou a Missy e a Nina (Dras. Paola Cottini e Dra. Angela Silvestrini) e conversando com elas por telefone, a coisa diminuiu de tamanho... por telefone.
Marcada a cirúrgia para ontem, ao chegar na clínica, a vet examinou a pequena e percebeu que o Sarcoma já estava enraizado nos músculos e que a cirúrgia seria mais invasiva (ou seja, mais profunda). Foi-me até sugerido que fizesse 2 sessões de quimioterapia antes de qualquer cirúrgia para diminuir o carocinho mas também não me garantiram que isto seria um sucesso. E a minha cabeça a estas horas já estava a mil por hora . Caramba! O que é que eu faço!
Como vocês sabem, até para nós humanos a medicina não está mais como antigamente. Ninguém sabe mais dizer o que é correto ou não, se será efetivo ou não, o médico que cuida do pé direito não sabe informar nada do que acontece com o pé esquerdo. Imagine vc ouvindo tudo isto de pronto e a pequena já quase preparada para iniciar a cirúrgia? Insegurança total. Minha vontade foi pegá-la, sair de lá e pensar a respeito mas depois, com novas orientações, me acalmei e procedemos ao que já estava combinado. Tudo isto acabou por atrasar o horário que a princípio estava marcado para iniciar as 11 hs e começou as 12:30hs... O trabalho todo durou cerca de 2 horas mas como ela estava apagada com a anestesia inalatória e precisava de mais 2 horas para que tudo estivesse ok e ela pudesse voltar pra casa comigo. Ai que dó da pequena que levou uma média de 20 pontos e saiu com uma roupinha feita um tecidinho igual ao de gase para que ela não lamba onde está a cirurgia e nem arranque os pontos.
Enfim, de ontem pra hj ela já está com uma aparência melhor, já comeu um tiquinho de atum as 4:30 hs e as 8:30hs e já tomou a 1a. dose de antibiótico. Para complemento de cicatrização e também como analgésicos ela vai tomar homeopatia (Arnica e Phosporus) e já estamos providenciando outra homeopatia q está sendo feita através de parte do tecido retirado para começar a combater o cancerzinho.
Cheguei a fotografar o pedaço retirado mas meu pc está uma "m..." e não vou conseguir postar aqui.
Quero agradecer às grandes amigas pelo apoio, pelas orações, pelos pensamentos positivos e por todo o carinho de sempre comigo e com as pequenas Nina e Missy.
Um beijo e um abraço assim do meu tamanho...bem grande!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Pequeno Manual do Amigo Idoso

A terceira idade ficou mais longa também para os bichos de estimação. Com os avanços da medicina veterinária e a proliferação de especializações da carreira – oncologistas, endócrinos, dentistas, oftalmologistas, homeopatas –, ficou mais fácil dar qualidade de vida aos pets idosos.
“A gerontologia e a geriatria são algumas das áreas veterinárias com maior crescimento nos últimos anos”, diz Ricardo Duarte, coordenador científico do HOVET Pompeia. “Hoje em dia, detectar uma doença grave não significa mais uma sentença de morte para o animal.”
Mas, afinal, quando eles ficam idosos? “A entrada do cão na velhice é determinada por seu porte”, diz Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. “Os de raças maiores têm o metabolismo mais acelerado e chegam à terceira idade com 8 anos. Os menores envelhecem mais devagar e são considerados idosos com 10anos.” Segundo Quinzani, entre os gatos não há diferença, todos ficam idosos aos 8 anos. O diretor calcula que, atualmente, a expectativa de vida de cães grandes é de 10 a 12 anos e de pequenos e médios de 13 a 18 anos. Felinos vivem de 18 a 20 anos. Ou seja: gatos passam mais da metade da vida na terceira idade.
Doenças que seu pet pode ter
Câncer: É comum depois dos 7 anos. Há predisposição racial. Tumores em rottweiler, fila-brasileiro, bullmastif e mastin-napolitano. Linfomas atingem boxers, golden retrievers e são-bernardos.
Felinos: Os tumores mais comuns entre gatos são carcinomas de pele em felinos despigmentados e linfomas.
Catarata: Acontece após os 6 anos em raças pequenas de cães, como poodle, schnauzer e maltês. É raro em gatos.
Colesterol alto: Ocorre em cães obesos e com problema de tireoide. Os schnauzers têm grande predisposição. Não é comum em gatos.
Diabetes: É relativamente comum em ambas as espécies, especialmente fêmeas de raças pequenas.
Insuficiência renal: Ocorre em cães, depois de 10 anos, em todas as raças e tamanhos. Atinge muitos cockers e poodles. Alta incidência em gatos persas e de pelo longo.
Cardiopatias: Comuns em gatos persas e em cães como poodle, yorkshire, cocker e pincher.
Obesidade: Ocorre em cães com alimentação inadequada e falta de exercício físico. Raças com propensão: beagle, labrador, cocker, dachshund e collie. Nos gatos, há maior incidência em raças de pêlo curto.
Costas: Problemas na coluna, hérnia de disco e calcificação são comuns em dachshund, pequinês, beagle, poodle, cocker, shitzu, lhasa apso. Bicos de papagaio acometem pastor-alemão, dog-alemão e são-bernardo. O doberman tem predisposição a alterações no final da coluna e os menores no início.
Como cuidar de seu velhinho
Rotina
Atenção redobrada em passeios e locais com escada, já que a massa muscular diminui, o pulmão fica mais fraco e as articulações se desgastam. Podem acontecer deficiências na visão e na audição.
Dieta
De olho nos dentes
Segundo pesquisa do Pet Care, 87% dos cães com 3 anos já têm doença periodontal, principalmente yorkshire, schnauzer e poodle.
Check-up anual
A partir dos 6 anos. Detecta câncer ou doenças renais e cardíacas em estágio precoce.
Exames fundamentais
Hemograma completo, com contagem de plaquetas, função renal e função hepática, além de fezes, urina e exame de mama ou testículo e próstata.
Testo de:Débora Yuri
Publicado por: Revista Época
terça-feira, 9 de março de 2010
Os motivos para o gato urinar longe da caixinha
Primeiramente, o dono deve descobrir a causa, que, de acordo com a veterinária Heloísa Justen, pode ser patológica (doenças), sexual ou por ansiedade.
No caso de doenças do trato urinário inferior, as mais comuns são a cistite e a infecção bacteriana, que aumentam a produção de urina e são facilmente combatidas com medicação.
— Existe também a cistite por estresse.
Por uma causa psicológica, a produção da camada de proteína que envolve a bexiga é reduzida, levando a acidez da urina a lesionar a área. Isso causa ardência e dores, e o xixi fica pingando em vários locais da casa — explica Heloísa.
Já nos casos sexuais, se estiver enamorado, o gato também pode urinar pela casa para marcar território.
— É como se quisesse deixar seu perfume para a fêmea perceber — diz a veterinária. — Nesse caso, o indicado é castrar o animal.
O mais frequente, no entanto, é o gato urinar pela casa para fazer marcações territoriais por estresse. Por qualquer motivo — seja não gostar do local onde está a caixinha ou uma sujeira —, eles rejeitam o recipiente. Nesse caso, a veterinária dá uma dica:
— Nas pet shops, já há um spray à base de feromônios que melhora a receptividade do animal ao ambiente.
Publicado por: Globo.com
quinta-feira, 4 de março de 2010
Gato visita a casa do BBB10 ...
...e gera protestos contra a reação de Pedro Bial. Veja o vídeo.
Circula por e-mail um protesto contra Pedro Bial desde ontem 3/3/2010. O motivo da revolta é o fato do apresentador ter instruído os participantes do programa "a não brincar com o gatinho" por se tratar de "um gato do mato não vacinado" e se arranhasse alguém seria preciso tomar "injeção, vacina anti-rabica, essas coisas". Os defensores de gatos que protestam, argumentam que Bial estimulou a "ignorância" em relação ao tratamento dos animais de rua.
Qual é a sua opinião a respeito?
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
CatNews: Ciência comprova poder terapêutico de gatos

Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando absolvição por meio de um papel inesperado: o de terapeutas. Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas.
Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir.
O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos. “Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz. Cris sofria de ansiedade, stress, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida.“Agora estou 95% curada dos problemas.” A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles. “Mesmo quem tem medo de gato me procura. Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.
Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque. “Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”, diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido. A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões.
No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens provoca. Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o stress. Só não pode ser alérgico a pelos.
Fonte: Terra/Istoé
Data: 06/02/2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
CatNews: "Gato-robô" da Inglaterra tem 1ª prótese de joelho do mundo
Missy, 8 anos, também chamada de "gato-robô", teve fraturas em duas pernas - uma delas quebrada em oito lugares. Ela foi encontrada ferida por seus proprietários dois dias após um sumiço. Segundo o veterinário Noel Fitzpatrick, "a colocação de um joelho artificial em gatos jamais havia sido feita".
Fitzpatrick disse que a prótese, com 7 cm de comprimento, é feita de duas peças de aço inoxidável unidas por um mecanismo articulado ligado ao ossos da coxa e da tíbia, de modo a substituir os ligamentos do joelho.
Meus outros primos
A Tia Miriam adora os animais, aliás o nome dela deveria ser Tia Francisca em homenagem a São Chiquinho porque ela não resiste a um bichinho perdido na rua, faminto e sem lar e acaba adotando e cuidando com muito carinho. Aqui vão alguns de nossos primos:






Eu sou o Athos, um tigrado cinza muito lindo, ainda arisco apesar dos meus 14 aninhos
Olá meninas e meninos, eu sou a Sheron, tenho 17 anos. Olhem a minha linda carinha, não é obra de Deus?

domingo, 24 de janeiro de 2010
BOM DIA !!!!
Pessoal, agradeço do fundo de minha alma todo o carinho de vocês. É somente nestas horas que sabemos com quem podemos contar. As horas de desespero são as mais difíceis de se encontrar alguém para nos apoiar, nos ouvir e é nestes horas que a gente sabe quem realmente está por perto. Obrigada à família, às amigas com quem partilhei por telefone meu desespero, minha amiga, vizinha e vet Elaine que saiu comigo várias vezes a noite, na chuva, pra procurar a Nina, minha irmã que veio de tão longe e passou a tarde toda, embaixo de temporais, andando no meio do mato alto e pelo barro, vasculhando cada cantinho daqui, chamando pela Nina, procurando embaixo de carros e até pedindo aos vizinhos do 1o. andar dos blocos para checar se ela não estava escondidinha em algum canto, aos vizinhos e vizinhas que saíram com os cachorrinhos durante todo o dia e noite, às crianças, inúmeras, que conhecem a Nina e a Missy e se juntaram na busca, em idéias maravilhosas e que hoje de manhã foram as primeiras a vir aqui em casa para saber notícias.00:12hs - Noite Feliz: A Nina acaba de voltar pra casa
Uma linda noite pra vocês também e obrigada por todas as orações

