segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Boas Festas

Quero agradecer a companhia de todos vocês, meus 318 seguidores e amigos, neste ano de 2010,
pelos comentários aqui deixados, pelas palavras de carinho e por me ajudarem a sempre
postar algo de interesse comum a todos.
Desejo que 2011 seja um ano melhor ainda e que possamos estar mais unidos daqueles que amamos
e também dar mais amor e carinho àqueles que mais necessitam de nós.

Estrela

Quisera
SenhGator, neste
Natal, armar uma
árvGatore e nela pendurar,
em vez de bGatolas Gatos nGatomes
de tGatodGatos Gatos meus amigGatos.
Gatos amigGatos de lGatonge, de pertGato.
Gatos antigGatos e Gatos mais recentes. Gatos
que vejGato a cada dia e Gatos que raramente
encGatontrGato. Gatos sempre lembradGatos e Gatos que
às vezes ficam esquecidGatos. Gatos constantes e Gatos
intermitentes. Gatos das horas difíceis e Gatos das horas
alegres. Gatos que, sem querer eu magoei Gatou sem querer
me magGatoaram. Aqueles a quem conheçGato profundamente
e aqueles de quem conheçGato apenas a aparência. Gatos que pGatoucGato
me devem e aqueles a quem muito devGato. Meus amigGatos humildes e
meus amigGatos impGatortantes. Gatos nGatomes de tGatodGatos Gatos que já passaram
pela minha vida. Uma árvGatore de raízes muitGato prGatofundas para que seus nGatomes nunca sejam arrancadGatos dGato meu cGatoraçãGato. De ramGatos muitGato extensGatos para que nGatovGatos nGatomes vindGatos de todas as partes, venham juntar-se aGatos existentes.
Uma árvore de sombras
muito agradáveis para
que nossa amizade
seja um momento de
repouso nas lutas da vida
Que o Natal esteja vivo em cada dia do
ano que se inicia para que juntos possamos viver o Amor

Beijos Lábios vermelhosLábios vermelhosLábios vermelhosLábios vermelhos e abraços Abraço pela esquerdaAbraço pela direita cheios de carinho,
e que Papai Noel traga muitos
Presente com laçoPresente com laço

AngeliquePrincesa, NinaGato & MissyGato


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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CatNews: Desaparecido desde a passagem do furacão Katrina, gato volta a sua família nos EUA

Cinco anos depois de seu desaparecimento, durante a passagem do furacão Katrina, um gato voltou aos braços de uma família do Mississippi, nos EUA.

Scrub, um gato cinza e branco que hoje tem sete anos de idade, foi alimentado por alguns meses por uma mulher. No entanto, uma onda de frio na região fez a mulher se preocupar com a saúde do animal e o entregou ao abrigo.

O gato foi identificado pela Sociedade Protetora dos Animais do Sul do Mississipi por causa de um implante de microchip. A entidade, então, entrou em contato com os donos do animal. "Fiquei cética", disse Jennifer Noble, dona do animal.

Ao retornar para a família, Scrub foi logo deitar-se aos pés da cama do filho de Jennifer Noble, segundo o jornal "The Sun Herald". "Scrub está em ótimas condições", disse Noble.

Publicano no UOL

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

CatNews: Prince Chunck virou estrelinha


Celebridade no mundo dos gatos, Prince Chunk morreu no último final de semana no Estados Unidos. O felino, visivelmente obeso, chegou a pesar 20kg e faleceu, com cerca de 7,7kg, em função de problemas cardíacos.O príncipe – que, no começo, teve seu sexo confundido e chegou a ser chamado de "princesa” – foi abandonado em 2008, quando os donos originais perderam a casa em um hipoteca. Um concurso com mais de 500 candidatos escolheu Vince Damiani, de 20 anos, para adotar o felino.De acordo com o “Philadelphia Inquirer“, a doença cardíaca diagnosticada no bichano o acompanhava desde o nascimento. O gato, que tinha cerca de 10 anos, morreu dormindo e foi cremado na segunda-feira. Prince Chunk participou de programas de televisão e tinha uma fundação com seu nome – que ajuda pessoas a cuidar da alimentação de seus animais. Segundo Damiani, a fundação manterá vivo o legado do príncipe; "esperamos que não seja o legado da obesidade felina".
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Para beber água, gatos desafiam a gravidade

Todo dono de gato que se preze é capaz de ficar horas falando que seu bichinho de estimação é sabido, faz peripécias e é cheio de personalidade. Agora, eles vão ficar insuportáveis: engenheiros do MIT (Massachussetts Institute of Technology) comprovaram que o simples ato de beber água ou leite por parte dos felinos demonstra um total conhecimento de Física e mecânica de fluidos. O estudo foi publicado na edição desta semana do periódico científico Science.

Primeiro, é preciso explicar que os felinos têm as chamadas bochechas incompletas, onde a boca avança pela lateral da face e possibilita que muitos carnívoros tenham mais facilidade para matar ou capturar as suas presas. O ponto negativo disso é que gatos não podem sugar. E é exatamente com esta habilidade, que humanos, e outros animais, conseguem beber líquido numa garrafa, e até beijar.

Mas a análise de vídeos em câmera lenta pelos pesquisadores do MIT mostrou que os gatos elaboraram uma estratégia eficiente para não se lambuzar ou morrer de sede. Os pesquisadores do MIT observaram que a língua sai da boca do gato como um "J", onde a parte superior da língua é a única a tocar na água. Depois disto, o gato recolhe a língua para cima de volta à boca, de uma maneira muito rápida - aproximadamente 1 metro por segundo. Isto resulta na criação de uma coluna de líquido que é 'esticada' por inércia. Quando o gato fecha a boca, ele bebe parte desta coluna.

”O que é fantástico é que o gato sabe exatamente quando fechar a boca e repete o processo em uma frequência que aumenta o volume ingerido. Se ele esperasse mais uma fração de segundo, a gravidade faria com que a coluna se rompesse e a maior parte cairia novamente na tigela. É aqui que os gatos mostram claramente o seu 'profundo conhecimento' de física e mecânica de fluidos!”, disse ao iG Pedro Reis, autor do estudo.

A explicação física do processo envolve as leis da inércia e da gravidade. Reis esclarece que o movimento da língua induz um deslocamento vertical, para cima, da água e a coluna cresce em altura e diâmetro. “Na fase inicial, a inércia ganha da gravidade. No entanto, se o gato não fechasse a boca no instante correto, uma vez que a coluna crescesse muito, ela se tornaria pesada demais, se romperia e a maioria da água cairia de volta à tigela”, disse.

Neste ponto, os gatos ganham dos cães na batalha para saber qual animal é o mais sabichão. Com os cães, que também têm bochechas incompletas, as coisas acontecem de forma diferente. Para beber água, a língua sai da boca do animal na mesma forma de um "J" mas, ao contrário dos gatos, eles utilizam a parte inferior do "J" como uma colher. “Do ponto de vista de mecânica de fluidos, este processo é muito menos interessante”, disse.

Pergunta que nunca havia sido feita

O interesse no assunto surgiu a partir da observação de outro autor, Roman Stocker - que estuda no MIT a mecânica dos fluidos dos movimentos de microorganismos do oceano - do seu próprio gato, um dia durante café da manhã. O estudo, que não recebeu financiamento, durou três anos para descrever matematicamente o processo e pode ser aplicado em robôs que captem líquidos sem sucção. “Pode parecer uma questão óbvia e trivial, mas ninguém havia se perguntado antes como os gatos bebem. Aparentemente, o gato parecia lutar contra a gravidade para trazer a água para a sua boca. Mas a questão é como fazem isso”, disse Reis.

Para entender melhor a dinâmica de o gato beber água, a equipe de pesquisadores criou uma versão robótica da língua do gato que se move para cima e para baixo sobre uma tigela de água. “Há inúmeros processos no dia-a-dia que ainda percebemos muito mal, ou simplesmente não temos nenhuma idéia”.



Estudo mostrou como felinos usam leis da gravidade e inércia para conseguir saciar sua sede

Publicado por: iG
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sábado, 6 de novembro de 2010

Os gatos sonham? Eles têm pesadelos?


Acredito que muitos de vocês já pararam para questionar se seu gato sonha ou não. Eu não tenho dúvida alguma. A Nina estes dias, dormindo ao meu lado, começou a emitir sons altos como se estivesse em uma briga com outro gato. Ela se contorcia de forma selvagem e até me assustou quando eu resolvi acordá-la do terrível pesadelo. Ela estava realmente assustada com algo e ao ser acordada, saltou para fora da cama descontrolada só voltando mais tarde para dormir e se dar conta que nada mais foi do que um sonho ruim. A Missy por vezes, depois de uma soneca à tarde, também acorda resmungando parecendo um bebê aflito e só se acalma quando ouve minha voz ou chego próxima para ver o que se passa.

Fiz várias pesquisas na net sobre este assunto e encontrei diversos relatos e também pesquisas científicas comprovando que os animais (mamíferos em geral) tendem a sonhar, principalmente com algo ocorrido ao longo do dia. Estas sensações podem ser de felicidade e também por frustrações.

Como ajudá-los em situações assim:

1) Ao perceber que eles estão sonhando ou tendo um pesadelo chama-los suavemente pelo nome, assim vão assimilar a voz do dono e que estão em casa;

2) Nunca tentar acordá-los do pesadelo. Eles podem se assustar ainda mais (vejam a reação que a Nina teve!) Assim que acordarem devemos aproximar nossa mão ao focinho. O cheiro fará com que haja o imedito reconhecimento cerebral;

3) Esfregar o cobertor do animal na nossa nuca e cabelos também ajuda-os a se orientar no sono.

Como apoiar um gatinho adotado e traumatizado:

Quer adotar um gatinho mas não sabe seu passado, lembre-se que a recuperação física e mental tem o seu próprio ritmo.
Doenças digestivas pode significar que o gatinho esteja com necessidade de uma nova variedade de alimento. Um gato se recuperando de uma luta não vai ter a mesma confiança durante o confronto.
Nós não podemos fazer nada sobre o passado. Podemos apenas lembrar o gato que, aqui no presente, eles são amados, estão recebendo o que eles precisam.
Porque por mais terrível que seja o trauma, ele permanece na memória como uma experiência de aprendizagem. Esse é o seu propósito. Portanto, você como dono, não deve ser impaciente ou se chatear com o gato.

Pesquisas feitas: Fox, Michael W. The Animal Doctor's Answer Book, p. 215; Schneck, Marcus, and Jill Caravan. Cat Facts, pp. 20-21.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Os animais também fazem luto

Vários estudos científicos têm comprovado que, à semelhança dos seres humanos, algumas espécies animais têm consciência da morte do outro e fazem o seu luto. Sozinhos ou em grupo, expressam a dor pela perda do outro e, em alguns casos, o sofrimento é tanto que acabam também por morrer. Em alguns animais foram mesmo observadas lágrimas nos olhos, nesses momentos de dor. Vejamos alguns exemplos:

Duas pesquisas publicadas no Current Biology, em Abril deste ano, referem que os chimpanzés têm consciência da morte, tal como nós. Foram observadas mães-chimpanzés a carregarem o corpo dos seus bebés durante vários dias, até estes mumificarem. Um dos trabalhos descreve os últimos momentos de Pensy, uma fêmea com mais de 50 anos que viviam no Safari Park de Blair Drummond, na Escócia. O resto dos chimpanzés manteve-se sempre próximo dela, silencioso e tentado reconfortá-la. Quando Pensy morreu, a filha, Rosie, e os restantes elementos do grupo abanaram-lhe a cabeça e os ombros, como que querendo acordá-la. Foram dormir mais tarde e evitaram os locais por onde Pensy parava.



Os elefantes experimentam muitas sensações semelhantes às dos seres humanos, destacando-se, no mundo animal, pela tristeza e dor que expressam quando perdem um companheiro. Enquanto que a maioria das espécies não hesita em deixar para trás um elemento do grupo doente ou moribundo, os elefantes são incapazes de o fazer, rodeando-o de mil e uma atenções. Quando esse membro do grupo morre, tentam levantá-lo, com a tromba e as patas, mas quando percebem que morreu, ajoelham-se junto ao corpo e choram a perda. Foram ainda registados casos em que elefantes bebés que assitiram à morte da progenitora acordam a gritar.

Pete Wedderburn, um médico-veterinário com mais de 25 anos de experiência, conta no seu blogue que os cães ficam deprimidos com a morte de um companheiro (seja este um animal ou um ser humano), podendo ficar mais quietos e perder o apetite. Este médico-veterinário aconselha a levar o animal a passear mais vezes, especialmente em locais onde possa interagir com outros cães. Em alguns casos, embora seja raro, poderá ser necessário administrar-lhe anti-depressivos.

Também os gatos mostram sinais de dor pela perda de um companheiro (seja este outro gato, um cão ou o dono). Nos primeiros tempos, percorrerem os locais por onde o parceiro andava, à sua procura, e miando baixinho, como se estivessem a chorar. Sarah Hartwell, no site MessyBeast, conta o caso de dois gatos, cujo dono morreu, que reagiram de forma diferente a essa perda. Ambos deixaram comer, mas depois de o médico-veterinário lhes ter administrado medicamentos que estimulam o apetite, um deles recuperou, enquanto o outro continuou sem apetite e morreu. Alguns investigadores consideram que os gatos têm a mesma percepção da morte que as crianças de tenra idade, ou seja, não têm consciência de que a morte é um estado permanente.

Marc Bekoff, num artigo publicado na Psychology Today, conta que dois cientistas assistiram à dor de um grupo de lobos devido à perda da fêmea omega, Motaki, morta por um leão. Desde então, nunca mais uivaram em grupo, choravam sozinhos. Ficaram deprimidos, caminhando lentamente, com as caudas e as cabeças baixas, até ao local onde Motaki foi morta. Só seis semanas mais tarde, a vida da alcateia voltou à normalidade. Também as raposas já foram observadas a protagonizar rituais funerários.

Publicado por: Jornal de Notícias

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sábado, 23 de outubro de 2010

CatNews: Especialistas afirmam que uso de chips RFID pode causar câncer em animais


Colocar rastreadores por rádio em animais de estimação – principalmente cachorros e gatos – tem se tornado mais comum em determinadas classes sociais, porém, especialistas agora afirmam que este tipo de dispositivo pode causar câncer nos pets.

Nos Estados Unidos, muitos veterinários aconselham a utilização de microchips de identificação dos animais por radiofrequência (RFID, em inglês) e a maioria dos abrigos os exige. Entretanto, a segurança deste dispositivo é muito questionada, tanto que a dona de um gato abriu um processo contra a Merck & Co., fabricante do chip HomeAgain, alegando que o câncer de seu bichinho foi consequência direta do implante do chip RFID.

A veterinária Katherine Albrecht, especialista em efeitos colaterais da implantação de RFIDs, acredita que este caso seja apenas a “ponta do iceberg”, já que tem visto inúmeros casos de animais com câncer induzido por microchips. Além disso, ela afirma que a Merck e outras grandes empresas devem considerar seriamente este processo e passar a advertir seus consumidores sobre o risco da utilização destes dispositivos, conforme conta o site Natural News.

O site ainda lembra que, de acordo com a FDA (órgão regulador de alimentos e medicações nos EUA), as reações adversas provenientes deste tipo de implante incluem “reações adversas em tecidos”. Já a British Small Animal Veterinary Association, afirma que as reações incluem infecção, abscessos e tumores.

Albrecht publicou recentemente um artigo com uma revisão bibliográfica sobre o uso de RFIDs em animais. O artigo pode ser visualizado em PDF, pela URL tiny.cc/epk51. O site chipmenot.org conta mais sobre o assunto, alertando os donos para o perigo da utilização desses microchips.

Agora resta aos milhões de donos de cães e gatos pelo mundo reconsiderarem o que é realmente interessante e para o bem de seus bichos. Assim como acredita David Gomez, escrevendo para o site TG Daily, se algo não é bom para os animais, não é bom para os humanos.

Por: Nataly Dauer
Publicado no Geek
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Alta Salivação em Felinos


O gato com salivação intensa ou sialorreia deve ser avaliado baseando-se na distinção de dois grandes grupos de enfermidades: as afecções orais, que acometem a boca, dentes, língua e anexos, e as afecções não-orais, que são doenças que acometem outros sistemas orgânicos, com reflexo na produção exagerada de saliva. Portanto, o exame clínico e laboratorial são imprescindíveis nestes casos.

Muitas vezes lesões orais, como úlceras, causadas por viroses ou contato com produtos químicos ou plantas, são as causas mais comuns de sialorreia nos felinos. Problemas dentários, como fraturas, periodontite e reabsorção odontoclástica podem ser incriminadas também, principalmente em gatos mais idosos. Essas enfermidades orais costumam deixar o animal sem apetite, pela dificuldade em apreender e deglutir o alimento, além de que a saliva vêm tingida de sangue e com odor alterado. Corpos estranhos como linhas de costura, gramíneas etc., podem ficar presos na língua ou dentes, ocasionando sintomatologia parecida.

O felino que saliva intensamente, mas sem alterações na cavidade oral, deve ser avaliado para saber se ele tem doenças sistêmicas, muitas vezes mais sérias. Disfunções no fígado e nos rins podem causar náuseas e enjoos, levando o animal a episódios de salivação, principalmente quando tenta se alimentar. A doença renal é uma das causas mais comuns de sialorreia no gato doméstico.

O estresse também é um fator importante. Gatos com medo, ansiedade ou dor podem salivar profusamente. O evento estressante muitas vezes pode ser difícil de ser percebido, mas perseguições por outro animal, disputas territoriais, combates, tudo isso pode deixar o felino em "alerta" e ao menor estímulo visual ou auditivo ele saliva, podendo continuar por muitos dias. Assim, uma abordagem diagnóstica extensa e precisa é fundamental para o tratamento correto, podendo ser uma enfermidade mais simples, de fácil tratamento ou até uma afecção fatal para seu felino.

REGINALDO PEREIRA DE SOUSA FILHO - Médico veterinário do Hospital da Faculdade de Veterinária da Uece (Favet Uece) e pós-graduado em Clínica de Felinos

Publicado por: Diário do Nordeste
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sábado, 25 de setembro de 2010

My Stick Family

Como esta moda está em todos os lugares ou melhor em todos os carros... resolvi diferenciar e colocar no meu blog...rs


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sábado, 11 de setembro de 2010

Ikea solta 100 gatos em loja para nova campanha

Achei genial a ideia da Ikea. Ikea é uma rede varejista de móveis, européia, muito parecida com a nossa Tok & Stok.

Para o lançamento de sua nova campanha 2011, a rede varejista reuniu 100 felinos e soltou-os dentro da loja a noite e deixou-os adaptarem-se ao ambiente. Tudo foi perfeitamente arrumado para os felinos sentirem-se confortaveis ao explorar móveis e objetos. A Campanha, denominada "Happy Inside"..."gatos sabem melhor do que ninguém o que faz eles se sentirem felizes. Eles vivem suas vidas em busca do próprio conforto."

O gostoso foi imaginar o que nossa crianças felinas fazem em casa durante a nossa ausência. Muito bem bolada a propaganda. Parabéns a todos os felinos que participaram do comercial.

Veja abaixo o vídeo do lançamento do catálogo.



E aí? gostou?
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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Nova Parceria no Blog

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Prezados Seguidores, temos novidades para vocês.

A partir de Setembro, a Dra. Elaine Soares, médica veterinária especializada em Cardiologia, responderá às mais frequentes dúvidas no trato com doenças e cuidados em geral dos gatinhos que nos seguem de perto. Ela entrou como colaboradora do blog logo após o meu convite, já que ultimamente ela vem orientando os diversos questionamentos que surgem por aqui. Como toda base em Medicina Veterinária, a Dra. Elaine tem vasto conhecimento em Clínica Geral além de ser amante dos felinos.

Em breve postarei uma entrevista/perfil com ela. Desde já, todos estão convidados a partilhar suas dúvidas aqui no blog.

Seja bem vinda Dra. Elaine, estamos muito felizes em tê-la no "Aqui Só Entram Gatos".
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