
Fatos curiosos sobre os felinos domésticos e selvagens. Seja muito bem vindo !!!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Os Gatos de Steilen

domingo, 6 de setembro de 2009
Rinotraqueíte viral felina (RVF) e a Calicivirose felina (CVF)
A rinotraqueíte viral felina (RVF) e a calicivirose felina (CVF) são as doenças respiratórias mais prevalentes dos gatos, cujos sinais clínicos freqüentemente se confundem e, por vezes tornam-se indistinguíveis, em função disso, são reunidas num mesmo grupo, referindo-se ao complexo respiratório viral felino (CRVF).Os sintomas principais dos gatos com infecção aguda pelo FHV-1 são febre (40°C ou mais), blefarospasmo, espirros, tosse, meneios da cabeça, secreção nasal e ocular, intensa sialorréia, anorexia e prostração.
A glossite induzida pelo FHV-1 ocorre em gatos com RVF grave. As afecções orais são lesões freqüentes e características da CVF, que surgem de forma isolada ou em associação com outras formas da doença. As úlceras localizam-se geralmente na língua, palato, ângulo da mandíbula, na extremidade do focinho, e raramente, na pele, espaços interdigitais e coxins plantares. Tal alteração leva à dor intensa e à salivação profusa nos animais enfermos, motivo pelo qual eles relutam em ingerir qualquer tipo de alimento. Os animais perdem peso e desidratam facilmente, ficando suscetível às infecções bacterianas secundárias.
A infecção dos ductos lacrimais pode levar a formação de cicatrizes e oclusão dos mesmos, ocorrendo umedecimento persistente uni ou bilateral da face, causado pelo lacrimejamento; pode ainda ocorrer ceratoconjuntivite seca, embora rara no gato em decorrência da RVF. Em filhotes jovens, conjuntivite severa e ulceração na córnea concomitante resultam em simbléfaro com adesão da conjuntiva à córnea. A presença de cicatriz no epitélio corneano pode ocasionar em uma aderência entre a íris e a córnea.
O aborto pode ser uma conseqüência da infecção aguda em uma fêmea prenhe não imunizada contra FHV-1 por vacinação prévia ou por exposição natural.
Na infecção crônica pelo FHV-1, os gatos adultos podem demonstrar sinais de afecção respiratória através de espirros esporádicos e secreções nasal e ocular. A rinite e a sinusite dos seios frontais são complicações associadas ao portador crônico de RVF, em conseqüência das lesões no epitélio.
Os sinais típicos da infecção aguda pelo FCV nos gatos são: febre, anorexia, ulcerações na língua, palato e filtro nasal, periodontite, espirros, rinite, conjuntivite e secreção nasal e ocular leves. A sintomatologia do trato respiratório é variável, porém geralmente menos severa do que a RVF; a afecção nasal é branda, apresentando apenas espirros e pouco corrimento nasal. Em adição a isso, o felino acometido pelo FCV pode apresentar conjuntivite, secreção ocular serosa e quemose brandas e ainda blefarospasmo.
Os sinais clínicos dos gatos portadores crônicos do FCV são periodontite com perda precoce dos dentes, particularmente os incisivos, e escassa secreção nasal e ocular.
O controle efetivo do CRVF em populações felinas depende de uma combinação de programas de vacinação estrategicamente aplicados; da segregação dos animais por faixa etária, minimizando a exposição dos animais mais novos e susceptíveis aos eliminadores potenciais do vírus, como os gatos portadores assintomáticos; além da manutenção de um ambiente físico com baixa densidade populacional, limpo e ventilado, evitando a concentração do microrganismo.
O programa de vacinação deve ser direcionado a abranger um maior número de animais possível dentro de uma população, contudo estes animais não devem ser vacinados com uma freqüência maior do que a necessária e a imunização devem ser somente contra os agentes infecciosos que demonstram um risco real e conseqüente evolução das doenças. Os filhotes com idade inferior a 16 semanas são mais suscetíveis ao desenvolvimento da forma severa do CRVF, portanto, eles representam o principal alvo no programa de vacinação. A imunidade maternal pode perdurar por não mais que 5 a 6 semanas para RVF e 7 a 8 semanas para o CVF.
A vacina ideal contra um agente respiratório deve ser segura, não deve induzir efeitos colaterais indesejáveis, deve propiciar completa proteção contra a doença clínica quando da agressão pelo vírus de campo, e deve ainda prevenir o desenvolvimento do estado portador, quando administrada antes que tenha ocorrido a exposição natural. Infelizmente, não existe atualmente tal vacina, assim sendo, a vacinação contra o CRVF precisa ser vista como uma proteção contra a enfermidade na forma severa, e não como uma proteção contra a infecção.
As vacinas contra RVF e FCV comercializadas são do tipo vírus inativado (VI) ou com vírus mortos, ou do tipo vírus vivo modificado (VVM) ou atenuado, administradas por via parenteral. As vacinas utilizadas no CRVF são combinações, visando à proteção dos gatos contra o vírus da RVF, CVF, panleucopenia e, em alguns produtos, atuando também contra os antígenos, da clamidiose felina, da leucemia viral felina ou da raiva.
Essas vacinas conjugadas são geralmente liofilizadas, pois deste modo são bastante estáveis e, após a sua reconstituição devem ser prontamente utilizadas.
Há ainda, a vacina de VVM de uso tópico em forma de gotas, que são instiladas por via intranasal ou ocular, porém até o presente momento não está disponível no mercado brasileiro.
As vantagens do uso das vacinas com o vírus atenuado é que elas levam a um grau e duração da imunidade similar a que é induzida por uma infecção natural, sendo desta maneira mais rápida e durável. Devido aos vírus vacinais serem vivos, uma única dose é ampliada pela replicação no hospedeiro envolvido.
A replicação viral promove uma estimulação antigênica persistente de anticorpos protetores e resposta imune celular.
As vacinas com o vírus atenuado podem ser administradas também pela via natural de infecção, ou seja, nasal ou ocular, conseqüentemente induzindo uma imunidade local, revelada pela produção de IgA. Elas são ainda estimulantes mais eficientes da resposta imune celular local e sistêmica.
Em virtude das vacinas atenuadas promoverem um rápido desenvolvimento da imunidade, elas têm uma vantagem distinta no controle de surtos, onde um grande número de animais está envolvido. A desvantagem é a replicação no hospedeiro, causando infecção e, considerando a habilidade do vírus vivo em se multiplicar, há a possibilidade de reversão de sua virulência. A vantagem da vacina com o vírus inativado é a segurança. O vírus inativado não se replica no hospedeiro e, posteriormente, elimina-se a probabilidade de reversão de virulência ou a inclusão de vírions patogênicos na vacina. As vacinas inativadas são as mais indicadas para as gatas prenhes e nos felinos imunossuprimidos pela infecção pelo vírus da imunodeficiência felina. Contudo, as vacinas com o vírus inativado induzem a uma proteção curta, sendo necessárias várias aplicações, e os intervalos das revacinações são mais curtos.
O protocolo vacinal adotado pela maioria dos profissionais e recomendado pelos fabricantes, consiste na aplicação da primeira dose de vacina na 8a semana de idade por via parenteral, e uma segunda dose após três a quatro semanas, seguida de reforço anual. Todavia, ultimamente tem se sugerido uma mudança no protocolo vacinal, sendo que após o primeiro reforço anual, as próximas imunizações teriam um intervalo entre doses de três anos. Na verdade, tal mudança é suportada pela teoria de que os produtos biológicos utilizados atestam titulações de anticorpos suficientes para proteger os felinos contra o vírus da RVF, CVF e panleucopenia por mais de três anos. Sendo que, estes títulos de anticorpos declinam de forma gradual ao longo do tempo. Além disso, a memória imunológica contra estas doenças permanece por 7 anos nos felinos vacinados.
Em 1998, um protocolo vacinal para a população de baixo a moderado risco de contrair infecção pelo FHV-1 e FCV foram preconizados, e se baseia na idade do animal à primeira visita ao veterinário. Caso o animal apresente idade inferior a 12 semanas, a primeira dose da vacina, aplicada neste momento, e é seguido por outras doses administradas com intervalo de três a quatro semanas até o animal atingir a idade de 12 semanas; a dose de reforço é realizada 1 ano depois e, então, o intervalo passa a ser de 3 anos, tanto para vacinas de VVM quanto para vacinas de VI . Caso o animal se apresente à primeira visita ao veterinário com idade superior a 12 semanas, este recebe apenas uma única dose de vacina de VVM, ou uma dose de vacina de VI e uma segunda dose é repetida após 3 a 4 semanas, e então o reforço é administrado após 1 ano, quando o intervalo passa, novamente, a ser de 3 anos.
Tal surpreendente mudança no protocolo vacinal vem gerando discussões na comunidade científica, onde se questiona sobre o aumento no intervalo vacinal, visto que a vacina não possui 100% de eficácia, além disso, a imunidade reduz consideravelmente com o passar do tempo.

Outro aspecto a se considerar é o enorme potencial enzoótico destas enfermidades, além do risco que as populações de gatos errantes causam frente à disseminação das doenças. Atualmente no Brasil, não possuímos informações e pesquisas sobre a incidência e prevalência do CRVF, que nos dê suporte para implantação de um intervalo vacinal tão longo. E, devemos considerar o instinto compulsivo dos donos de gatos na aquisição de novos animais, onde uma população de baixo a moderado risco passa para uma população de alto risco.
As principais medidas de controle em abrigos e criatórios baseiam-se nos seguintes fundamentos: quarentena, segregação, identificação e intervenção precoce, e manejo ambiental. Para a introdução de novos gatos à população, devem-se tomar algumas medidas de proteção contra a infecção pelo CRVF. Estes devem ser isolados e avaliados para possíveis sinais de enfermidade por 3 semanas ou mais e devem ser testados para o FeLV e FIV, respectivamente.
São de fundamental importância nos abrigos e criatórios com doença respiratória enzoótica, a diminuição da densidade populacional e o aumento da renovação de ar no recinto, para que se reduza a concentração viral.
Outra forma freqüente de propagação dos vírus da RVF e CVF é a transmissão através das mãos dos tratadores, enfermeiros e médicos veterinários, além da presença do vírus nos utensílios como fômites e vasilhas sanitárias. Portanto, a lavagem rotineira das mãos é imprescindível no manejo dos felinos sob qualquer circunstância.A desinfecção do ambiente, bem como dos utensílios é indispensável para eliminação dos vírus. O desinfetante não pode ser irritante nem tóxico para os gatos e seres humanos. Considerando a maior resistência do FCV a alguns desinfetantes, o uso do hipoclorito de sódio na concentração de 0,2% demonstra 99% de eficácia contra este vírus. Este desinfetante é o recomendado para limpeza dos gatis, mesas ambulatoriais, comedouros, bebedouros, vasilhas sanitárias, dentre outros.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Castração em Cães e Gatos - Mitos e Verdades
Oi pessoal. Achei esta informação importante e resolvi publica-la.• OBESIDADE: Castração não engorda! O que ocorre é que animais castrados tendem a fazer menos exercício físico e a ingerir mais alimentos, o que deve ser feito então, é proporcionar mais atividades pro seu animal e controlas alimentação.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Forever Friends
domingo, 30 de agosto de 2009
Toda Stampada (*)
Andei vendo q a maioria dos blogues amigos já foram presenteados. Mas vou deixar aqui para aqueles que ainda não têm, poder levar pra casa ;o).
Obrigada pelo carinho de sempre a todas as amigatas e amigatinhos que estão aqui, sempre comigo.
1. 50 seguidores do Eros - Sua amizade é tudo pra mim!
Guida, vc tb é uma amigata muito especial e mora no meu cuore!
"Um amigo verdadeiro é alguém que escuta, alguém que se preocupa, alguém em quem confiar. Alguém com quem compartilhar a vida alegremente, alguém que toca nossos corações. Eu sou tão sortudo por ter um amigo de verdade como você."
2. 50 Seguidores da Agnes, a gata da sorte - Este Blog dá muita SorteEle segue com a mensagem: "UMA VIDA PRÓSPERA E CHEIA DE SAUDE, PAZ E AMOR (amor pelas pessoas e pelos bichinhos). Cibele e família, a recíproca é verdadeira e sincera. Beijos !
3. 50 Seguidores do Bicho É Tudo de Bom - Este Blog é Iluminado
Maira, vc tb é tudo de bom por aqui!
Além deste selinho especial, a Maira, a Flávia e a Gateira me presentearam com o Selo "Este Blog é Viciante!!! Uau!!! Viciantes são vcs minhas queridas amigatas!
4. a Theo do Ronronices tb lançou um selinho: Castrar é um Ato de Amor
em prol da Castração e tb para agradecer a todos os amigatos que ajudaram-na com sua gatinha.
Theo, estamos aqui para o que der e vier. SEMPRE! conte conosco. Grande beijo!
(*) Stampada = (do verbo "to stamp"/ selar) "Apenas aportuguesando o termo...rs
Borba, O Gato
Borba, o gato, e Diogo, o cão, eram muito amigos.Desde muito pequenos foram criados no mesmo quintal e, assim, foram ficando cada vez mais unidos.Brincavam de pegador, de amarelinha e de mocinho e bandido.Essa era a brincadeira de que eles mais gostavam.Ás vezes, Borba era o mocinho e Diogo o bandido.Outras vezes, era o contrário.
Vocês já ouviram falar que duas pessoas brigam como cão e gato?Pois os nossos amigos nunca brigavam, apesar de serem realmente cão e gato.
De vez em quando, Diogo arreliava um pouquinho Borba, cantando:- Atirei o pau no ga-to-to, mas o ga-to-to não morreu-reu-reu...Mas o Borba nem ligava e eles continuavam amigos.
Quando chegou a hora de irem para escola, Diogo, que era um cão policial, resolveu estudar na escola da polícia.
Dona Gata explicou:- Meu filho, gatos são gatos, cachorros são cachorros.Existe gato siamês, gato angorá...existiu até aquele célebre Gato-de-Botas.Mas gato policial, isso nunca houve.
- Mas, mamãe, só porque nunca houve não quer dizer que não possa aparecer um.Afinal, é a minha vocação...
Diogo, todos os dias, trazia exercícios para fazer em casa:- Hoje eu tenho que descobrir quem é que rouba o leite da casa de dona Marocas. Você quer me ajudar?
Borba sempre queria.Mas, cada vez que ia ajudar seu amigo, arranjava uma boa trapalhada...Mas o Borba não desistia:- Sabe, Diogo?Eu tenho escutado uns barulhos muito estranhos, de noite. Deve ser algum ladrão. Vamos ver se a gente pega?
A mãe de Borba já estava zangada:- Vamos acabar com esses passeios no meio da noite!Criança precisa dormir bastante!
- Mas, mamãe, todos os gatos andam à noite pelos telhados.- Isso são os gatos grandes. Você ainda é muito pequeno.- Ah, mamãe, assim você atrapalha minha carreira!E Borba continuava a treinar para policial.
E explicava a Diogo:- Eu preciso reabilitar a raça felina.Em todas as histórias, os ratos são bonzinhos e os gatos são malvados. Veja os desenhos animados.Veja Tom e Jerry! É uma injustiça. Eu vou mostrar a todo mundo que os gatos são grandes homens, quer dizer, grandes gatos...
O tempo passou e Diogo recebeu seu diploma. Ganhou uma linda farda e todas as noites fazia a ronda do bairro:- PRIIIUUUUU! PRIIIUUUUU!...
- O que é aquilo? – perguntou Diogo.- Desta vez juro que é um ladrão.- Mas eu não sei subir no telhado.Como é que eu faço?- Quem não tem cão caça com gato – disse o Borba.- Deixa que eu vou. E subiu pela calha como só os gatos sabem fazer.Aproximou-se do ladrão por trás e ...- MIAAAUUUUUU!
O ladrão levou tamanho susto que despencou do telhado, caindo bem em cima do Diogo.O Borba ainda gritou:- Cuidado, Diogo!Se ele te pega, faz cachorro-quente!
Mas o ladrão, que era o ladrão de galinhas, estava tão assustado que não conseguiu nem fugir.
Borba vinha descendo do telhado, todo orgulhoso. Toda a vizinhança aplaudia os dois amigos:- Agora podemos dormir sossegados!
Diogo levou seu prisioneiro para a delegacia e explicou, direitinho, como é que tinha prendido o ladrão.
O delegado quis logo conhecer o Borba e deu a ele uma condecoração:- Parabéns, seu Borba!O senhor daria um grande policial!
Borba piscou para o Diogo.E foi admitido na corporação, mesmo sem fazer o curso. Afinal, ele já tinha dado provas de ser um bom policial.E ganhou o cargo de guarda dos telhados.
E agora, todas as noites, enquanto Diogo vigia as ruas, Borba cuida do seu setor.
A rua deles é a mais bem guardada da cidade. Pois tem um policial na rua e um no telhado: Borba, o gato.
sábado, 29 de agosto de 2009
Almofadas Novas
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Religiões oferecem tratamento espiritual para animais de estimação

Segundo a crença kardecista, todos os seres são espíritos em evolução que passam por todos os reinos - animal, vegetal e mineral. "Por isso, as sessões também servem para que eles compreendam melhor sua passagem pela Terra e se preparem para desencarnar", explica Silvia.
Hoje, algumas denominações religiosas e seitas abrem suas portas para a busca do bem-estar físico e espiritual dos bichinhos. No templo de umbanda Caridade É Amor, há quatro meses acontecem reuniões mensais com o objetivo de dar passes espirituais nos pets.
A médium Juliana da Costa Venezi, 26, enfatiza que faz parte de uma linha da religião africana que não aceita o sacrifício de animais. "Há quem confunda, mas na umbanda pura e correta não há sacrifício de nenhum ser. Os animais são respeitados como espíritos de luz em evolução."
Segundo Juliana, as doenças, muitas vezes, são fruto de cargas negativas absorvidas pelos bichos. A médium diz que cabe aos "tutores" - ninguém é dono dos animais, conforme a crença - identificar a necessidade de tratamento espiritual.
Para que a bênção seja efetiva, os donos dos pets devem obedecer a algumas regras. Assinam um termo de responsabilidade, declarando estar cientes de que o tratamento espiritual não substitui o veterinário. Todos se comprometem a não ingerir nenhum tipo de carne ou bebida alcoólica no dia do trabalho. O alimento carregaria energia negativa. Antes de iniciar o ritual, é realizada uma palestra de 15 minutos.
A cerimônia é rápida. Depois das orações iniciais, é feito um círculo com um ponto no centro. Os médiuns, então, incorporam as entidades. Um a um, os animais são levados ao centro da roda, onde recebem o passe.
Caso o quadro de saúde seja tão grave que não permita que o pet seja transportado ao local, os médiuns aceitam fotografias no ritual. "Não é oferecido nenhum remédio, esse é um tratamento alternativo aberto a qualquer um, inclusive a membros de outras religiões", afirma Juliana.
Frequentadora do centro, a empresária Marilda Torres Antônio, 57, acredita que os animais absorvem as más energias. Assim que soube das sessões, levou o schnauzer Dick para o encontro. "Ele estava sem comer, meio estranho", conta. "Depois do passe, melhorou imediatamente."
A empresária também é "tutora" de Paulie, um cocker spaniel. A dupla, geralmente agitada, fica quietinha durante a sessão. "Parece que a energia emanada pelas médiuns entra direto neles."
A exemplo do centro de umbanda, os médiuns espíritas são todos vegetarianos e procuram nos livros de Alan Kardec a base para a cerimônia com os bichos. Também pedem abstinência de carne e bebidas alcoólicas no dia do encontro. Os donos dos animais são entrevistados, assistem a uma palestra e depois seguem para a câmara de passe.
Laços fortes
Para o padre Edinez Paulo da Silva, 41, da paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Taboão da Serra, ainda é cedo para afirmar que há mais espaço para os bichos nos rituais religiosos. No entanto, ele assinala que a procura por ajuda espiritual é mais uma prova de como os homens estão cada vez mais apegados aos pets.
"São muitos os lares onde um cachorro ou um gato é colocado no lugar de uma pessoa", afirma.
A tese é confirmada pelo também padre Alessandro Carvalho de Faria, 34. O sacerdote realiza uma bênção para animais no dia de são Francisco de Assis, padroeiro dos animais, em 4 de outubro.
"A Bíblia nos diz que os animais foram criados para a convivência com o ser humano", explica. "Por isso, as orações que fazemos são para que eles cumpram com o papel que lhes foi dado na criação, seja o de ajudar nas tarefas do dia a dia, seja o de fiel amigo."
O segurança Carlos Augusto Coelho, 25, é devoto de são Francisco. Ele conta que herdou a prática do avô, que levava os cavalos para serem abençoados pelo padre. "São diversas as datas em que eu cuido da minha alma, buscando força para as dificuldades", diz. "É justo que eu reserve um dia no ano para o meu melhor amigo." O companheiro, em questão, é Nestor, um gato que encontrou na rua.
Independentemente do credo, a fé é o que une esses donos de animais. A dentista Maria Hermínia Alves Bittencourt, 50, pediu orações para a fox paulistinha Tininha na igreja evangélica Monte Hebron, onde é pastora.
Apesar de não realizarem nenhum culto específico para os pets, os membros da igreja intercederam quando a cadela sofreu um acidente. "Ela foi atropelada e ficou bastante debilitada", relata a dona. "Na mesma noite havia uma vigília na igreja. Eu fiquei em casa cuidando da Tininha, mas a comunidade orou por ela e já no dia seguinte minha paulistinha estava melhor."
Os ritos e crenças variam, mas uma ponderação é comum: o tratamento espiritual não substitui o veterinário.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Robôs-gatos podem cuidar de idosos britânicos

segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Cem leões morrem anualmente no Quênia; felino pode entrar em extinção
NAIRÓBI — No Quênia, 100 leões, em média, morreram a cada ano desde 2002, informou nesta segunda-feira o Serviço Queniano da Vida Selvagem (KWS), advertindo que estes felinos podem entrar em extinção em duas décadas se nada for feito para reverter a situação.Os fazendeiros, que matam os leões para evitar ataques aos seus animais, são os maiores responsáveis pela morte dos felinos, afirmou à AFP Paul Udoto, porta-voz da KWS, organização estatal que controla as reservas do país.
A destruição de seu habitat, as doenças e o aumento da população humana também explicam a redução do número de leões de 2.749, há sete anos, para 2.000 atualmente, disse Udoto.
"Temos que adotar medidas para estabilizar este número ou aumentá-lo. Educar as pessoas sobre a importância dos felinos no turismo é uma prioridade nos esforços para salvá-los", afirmou.
Publicado por Reuters Brasil em 18/08/2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Obrigada Uniqua. Vc é a 1a.Amigata que agora faz parte de meu mundo real
Olá turma querida. Já é quase fim de domingo e eu vim aqui postar um selinho cuti-cuti que a Uniqua, (mãe da Nellie que está na Italia e não vê a hora de voar para o Brasil) me presenteou. Querida, como lhe disse há pouco, torço para que façamos vários reencontros daqui por diante.As regras são: indicar 5 blogs que você tem amizade virtual mas o carinho é real e dizer porque escolheu esses blogs. Vou presentear algumas amigatas que acredito ainda não têm este selinho. São elas:
sábado, 22 de agosto de 2009
Que friozinho bom pra brincar...rs
Gente, estou morrendo de saudades de todos. Não imaginava que ficaria tanto tempo ausente assim do blog. Enfim, hoje estou passando aqui para deixar um abraço enorme em todos os meus amigos blogateiros, todos aqueles que por aqui passam e me deixam recados super carinhosos, todos aqueles que me acompanham já há algum tempo e àqueles que recentemente começaram me seguir. Muito obrigada por todo o carinho! Um super fim de semana e um abraço forte e cheio de carinho.







