segunda-feira, 6 de abril de 2009

Cat News: Britânicos donos de cães e gatos terão código de conduta


Donos de cães e gatos serão ser orientados por novas diretrizes do governo britânico sobre como melhor cuidar de seus animais de estimação.

O código de conduta, que está sendo discutido em um período de consulta de oito semanas, inclui orientações sobre entretenimento, dieta e a necessidade de “um lugar adequado para (o animal) ir ao banheiro”.

O documento diz que os donos devem prestar atenção a sinais de stress nos seus animais e dá idéias de como apresentar cães e gatos sem que haja briga. “Os cachorros devem ser apresentados aos gatos com muito cuidado; o cachorro deve estar bem seguro por uma coleira primeiro para que não persiga o gato.”

Os proprietários não serão multados por quebrarem as regras, mas a falha em cumprí-las poderá ser usada em julgamentos de casos de crueldade contra animais.

O Departamento para o Meio-Ambiente, Alimentos e Questões Rurais (Defra, na sigla em inglês) diz que quer lembrar os donos de bichos de estimação de suas responsabilidades sob o Ato de Bem-Estar Animal, de 2006.

Código de conduta

O código de conduta sobre o bem-estar dos gatos começa com um alerta que diz: “É de sua responsabilidade ler o Código de Conduta completo para entender as necessidades para o bem-estar de seu gato e o que a lei exige que você faça”.

O documento, que será entregue como um panfleto e também constará do site do Defra depois da consulta de oito semanas, diz que os donos precisam dar a seus bichos um “lugar adequado para viver”, incluindo “um lugar adequado para ir ao banheiro”, o que inclui caixa de areia separada para cada gato.

“Os gatos precisam de oportunidades para escalar e pular, como uma simples cama do tipo plataforma ou acesso seguro a estantes e ao topo de armários.”

“Gatos que não são muito domesticados, como alguns gatos de fazenda, podem preferir viver ao ar livre em um abrigo mais básico, mas você ainda assim precisa tomar conta deles.”

O código alerta que as pessoas podem enfrentar processos na Justiça por crueldade contra os animais se deixarem os bichos em carros quentes.

Interação

O documento também descreve em detalhes o que considera comportamento normal entre os gatos, como arranhar.

Sobre a dieta, alerta que os gatos devem comer alimentos frescos todos os dias, mas que “gato gordo não é gato saudável”. Para os gatos gulosos, a orientação é dividir a comida em uma série de refeições ao longo do dia.

O código diz ainda que gatos são criaturas solitárias e que, apesar de precisarem de estímulos mentais, a fonte mais comum de estresse nestes animais vem “do contato próximo com outros gatos de quem não gostam”.

Já para os donos de cachorros, a orientação é sobre cuidados para que estes animais não fiquem solitários ou isolados, já que “cães são uma espécie social e precisam da companhia de pessoas, cachorros ou outros animais”.

Também estão sendo discutidas propostas de orientações para donos de cavalos.

“Esses novos códigos de conduta irão estabelecer as responsabilidades sob o Ato de Bem-Estar Animal e dar conselhos práticos sobre como cumprí-las”, disse o ministro do Meio-Ambiente, Hilary Benn.

“Isso significa que ninguém poderá usar a desculpa da ignorância para maltratar um animal.”

BBC Brasil.com
05/11/2008
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CatNews - Bares que 'alugam' gatos viram mania no Japão

Esta reportagem me lembrou de nossa colega e seu blog "Café com Gatos"

A mais nova mania entre os japoneses é a de freqüentar os chamados "cat cafés", locais onde os clientes podem aproveitar da companhia de gatos.

Por cerca de US$ 10 (pouco mais de R$ 23), o cliente pode passar uma hora em um desses estabelecimentos.

Em um deles, o Ja La La Café, no agitado bairro de Akihabara, em Tóquio, cerca de 12 gatos fazem as honras da casa.

Apesar da crise global ter atingido em cheio o Japão, os chamados 'Cat Cafés' são um negócio lucrativo no país. (Todas as fotos são de Alfie Goodrich)

No café Nekorobi, todos os gatos têm álbuns de fotografias para que os clientes os conheçam melhor, antes de escolher qual o fará companhia.

Os animais são sempre bem tratados. No café Nekorobi, os gatos têm camas confortáveis e podem ficar deitados pelo tempo que quiserem.

Os clientes podem acariciá-los ou apenas tirar fotos de seus bichanos preferidos.

A maioria é de homens solteiros. Um deles, Yutsuke, se confessa batante tímido com outras pessoas. Ele conta que gostaria de ter seu próprio gato, mas como mora sozinho e está sempre viajando a negócios, prefere freqüentar os "cat cafés".

Publicado por BBC Brasil.com
Data: 14/01/2009
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CatNews: Escola oferece aula para gatos nos EUA





Na escola para gatos em Washington, nos Estados Unidos, o currículo inclui aulas como nutrição e higiene e adestramento.

A escola diz que gatos são capazes de aprender a andar na coleira, obedecer ordens para se sentar e até percorrer circuitos de obstáculos.

As aulas são planejadas para donos de gatos que querem mantê-los dentro de casa.

No entanto, em países como na Grã-Bretanha, isso não é recomendado pelos especialistas.

(BBC Brasil)
18/02/2009
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Ode ao Gato (II) - Artur da Távola


Nada é mais incômodo para a arrogância humana que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis.

Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de traiçoeiro, egoísta, safado, espertalhão ou falso.

“Falso”, porque não aceita a nossa falsidade e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.

O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é esperto. O gato é zen. O gato é Tao. Conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe dá, então o exige.

O gato não pede amor. Nem dele depende. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.

Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência.

Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende ao afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe; significa um julgamento.

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós).

Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe “ler” pensa que “eles não estão ali”, “saíram” ou “sei lá onde o gato se meteu”. Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.

O gato vê mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.

Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza, aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato.

Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração e yoga. Ensina a dormir com entrega total e diluição no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase quinze minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a um templo.

Lições de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.

Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gesto e senso de oportunidade. Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.

O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba perceber.
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Ode ao Gato (I) - Pablo Neruda


Os animais foram
imperfeitos,
compridos de rabo, tristes
de cabeça.
Pouco a pouco se foram
compondo,
fazendo-se paisagem,
adquirindo pintas, graça vôo.
O gato,
só o gato apareceu completo
e orgulhoso:
nasceu completamente terminado,
anda sozinho e sabe o que quer.

O homem quer ser peixe e pássaro,
a serpente quisera ter asas,
o cachorro é um leão desorientado,
o engenheiro quer ser poeta,
a mosca estuda para andorinha,
o poeta trata de imitar a mosca,
mas o gato
quer ser só gato
e todo gato é gato do bigode ao rabo,
do pressentimento à ratazana viva,
da noite até os seus olhos de ouro.

Não há unidade
como ele,
não tem
a lua nem a flor
tal contextura:
é uma coisa
só como o sol ou o topázio,
e a elástica linha em seu contorno
firme e sutil é como
a linha da proa de uma nave.
Os seus olhos amarelos
deixaram uma só
ranhura
para jogar as moedas da noite .

Oh pequeno imperador sem orbe,
conquistador sem pátria,
mínimo tigre de salão, nupcial
sultão do céu
das telhas eróticas,
o vento do amor
na intempérie
reclamas
quando passas
e pousas
quatro pés delicados
no solo,
cheirando,
desconfiando
de todo o terrestre,
porque tudo
é imundo
para o imaculado pé do gato.

Oh fera independente
da casa, arrogante
vestígio da noite,
preguiçoso, ginástico
e alheio,
profundíssimo gato,
polícia secreta
dos quartos,
insígnia
de um
desaparecido veludo,
certamente não há
enigma na tua maneira,
talvez não sejas mistério,
todo o mundo sabe de ti e pertences
ao habitante menos misterioso
talvez todos acreditem,
todos se acreditem donos,
proprietários, tios
de gato, companheiros,
colegas,
discípulos ou amigos do seu gato.

Eu não.
Eu não subscrevo.
Eu não conheço o gato.
Tudo sei, a vida e o seu arquipélago,
o mar e a cidade incalculável,
a botânica
o gineceu com os seus extravios,
o pôr e o menos da matemática,
os funis vulcânicos do mundo,
a casca irreal do crocodilo,
a bondade ignorada do bombeiro,
o atavismo azul do sacerdote,
mas não posso decifrar um gato.
Minha razão resvalou na sua indiferença,
os seus olhos têm números de ouro.
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Frases Célebres sobre os Gatos


"Mesmo quando gordos, os gatos conhecem instintivamente uma regra importante: quando estiver gordo, saiba se colocar em posições elegantes". (John Weiz)

"Um gato sempre chega quando você o chama. A não ser que ele tenha algo mais importante para fazer." (Bill Adler)

"Gatos são mais espertos que cães. Você nunca conseguiria colocar oito gatos para puxar um trenó." (Jeff Valdez)

"Existem duas maneiras de nos refugiarmos das misérias da vida: música e gatos." (Albert Schweizer)

"Mulheres e gatos fazem o que querem enquanto que os homens e cães devem relaxar e se acostumar com esta idéia." (Robert Heinlein)

"Acredito que gatos são espíritos vindos para a Terra. Tenho certeza que um gato andaria nas nuvens sem cair." (Julio Verne)

"Gatos são criaturas gloriosas - que não podem, de modo algum ser subestimadas. Seus olhos são profundezas inexpugnáveis dos mistérios felinos." (Lesley Ann Ivory)

"O menor entre todos os gatos é uma obra prima." (Leonardo da Vinci)

"Gatos são pessoas misteriosas. Há mais coisas passando naquelas mentes do que nós podemos imaginar." (Sir Walter Scott)

"Como qualquer um que passou muito tempo com os gatos já sabem, os gatos têm uma enorme paciência com as limitações da mente humana." (Clevelant Amory)

"Os gatos raramente interferem com os direitos das pessoas. Sua inteligência os impedem de fazer coisas bobas que atrapalham a vida." (Carl van Vechten)

"Gatos amam mais as pessoas do que elas permitiriam. Mas eles têm sabedoria suficiente para manter isto em segredo." (Mary Wilkins)

"Existem muitas espécies inteligentes no Universo. Elas são conhecidas como Gatos" (anônimo)

"Cachorros acreditam que são humanos. Gatos acreditam que são deuses" (anônimo)

"Gato: um leão pigmeu que ama ratos, odeia cães e patrocina seres humanos" (Oliver Herford 1863-1935)

"Cachorros têm mestre. Gatos um staff de executivos" (anônimo)

"Os gatos foram colocados no mundo, para desaprovar o dogma de que todas
as criaturas foram colocadas no mundo para servirem o homem" (Paul Gray)

"Os gatos bem que poderiam ser o melhor amigo do homem, mas jamais admitiriam isso" (Doug Larson)

"Um hábito muito inconveniente dos gatinhos é que, tudo o que você diz à eles, eles respondem "purrrr" (Lewis Carroll 1830-1898)

"Os gatos são distantes, discretos, impecavelmente limpos e sabem calar. Falta mais alguma coisa para considerá-los uma excelente companhia?" (Rainha Maria Leszcynska)

"A alma de Deus, pode aparecer dentro dos olhos de um gato".(Provérbio Celta)

"A natureza dos gatos parece fundamentar-se no princípio de que nunca é ruim pedir o que se deseja." (Joseph Wood Krutch)

"Meu jovem... se desejas escrever sobre seres humanos, a melhor coisa é ter um casal de gatos." (Aldous Huxley)

"O homem é civilizado na medida em que compreende o gato."(George Bernard Shaw)
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domingo, 5 de abril de 2009

O Ron Ron do Gatinho


O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigodes, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos;
porque o motor do gato não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso faz ron-ron:
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ron-ron tão doce
era causa de alergia pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ron-ron em seu peito
não é doença - é carinho."

(Ferreira Gullar
Poema do livro "Um Gato Chamado Gatinho)
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Gatos e Pêlos


Gatos por que tê-los ?Porque amamos pêlos. Pêlos na sala, e na salada. Pêlos na roupa e no guarda roupa. No sofá, na cama, no travesseiro que de plumas passou a pêlos. No carpete, na mobilete. Pêlos no copo, na manteiga, na geladeira. Pêlos pelo fogão, no feijão, no sopão. Pêlos até na dentição. Pêlos no teclado, no telefone, na cabeçeira, na penteadeira. Pêlos, pêlos cabelos. Pêlos no banheiro, na toalha, no pente, na escova de dente. No sapato, na bolsa, na mala de viagem...mas isso é muita sacanagem! Pêlos, pêlos .. por todos os lados.... tê-los. São pêlos de amizade, de gratidão... pêlos do medo e da emoção. Pêlos que fazem perceber a razão. Razão para tê-los. Os pêlos! Ou pelo, os pêlos, que, com razão, tanto queremos tê-los. Oh benditos pêlos ! Que sem razão para não tê-los, tanto queremos. E que, pelo simples fato de tanto amá-los e tão bem querê-los... que pêlos... queremos tê-los
( Laura Barreto )
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A Linguagem dos Gatos


No seu habitat natural os animais comunicam-se, com sua espécie e espécies diferentes, de várias maneiras:

- Cores
- Demonstrações de ataque e defesa
- Apresentação de unhas, garras, espinhos, cheiros, etc.
- Expressões faciais
- Danças
- Emissão de sons.

Os animais domésticos, como o gato, revelam seus sentimentos e desejos através de gestos, movimentos e emissão de determinados sons.

Quem conhece bem os gatos, certamente consegue compreender sua linguagem sonora ou mímica.

* Face: pode exprimir prazer, dor, medo, aborrecimento, incomodo.

* Orelhas: Normalmente abertas e eretas, quando ficam murchas e encostadas na cabeça é sinal de perigo, é melhor ficar distante.

* Boca: Fechada, é sinal de calma, quando fechada mas dentes à mostra, pode significar ataque ou agressão eminente.

* Riso: Bocejo

* Mostrar os dentes: ameaça

* Cauda: Dá boas indicações do estado de espírito do gato. Normalmente ela é firme e para cima. Abaixo da anca, significa indiferença. Quando está ereta, significa confiança e alegria. Agitada de um lado para o outro é sinal de atenção, aborrecimento ou raiva.

* Pelos eriçados ao longo da linha dorsal e corpo arqueado: Sinais de raiva e em geral vêm reforçar o balanceamento da cauda.

* Esfregar o corpo nas pernas do dono: Afeição

* Sons: Podem emitir uma enorme variedade. Podem ser simples rosnados, miados delicados, grunhidos guturais, chiados, assobios zangados, lamentos e muitos outros.

Os gatos emitem sons para bajular, reclamar, intimidar, conversar, demonstrando quando estão com fome, zangados ou contentes. Há ainda os murmúrios que a gata utiliza para conversar com seus filhotes.

Chamados Felinos

Alguns gatos adultos, particularmente algumas raças como os siameses, são animais muito eloqüentes. Os cientistas identificaram 11 sons diferentes da vocalização dos gatos, mas na verdade deve haver um número infinito de miados felinos, e determinados indivíduos podem personalizar e adaptar os miados padrão.

Ronronar

O ronronar de um gato é produzido pelas suas cordas vocais e pelos músculos de sua laringe. Apesar de o ronronar ser um dos mais familiares dos sons felinos, os experts continuam em dúvida sobre o porque dos gatos emitirem estes sons. A visão atual é que o ronronar está associado ao real ou desejado contato com outros gatos ou pessoas. Os gatos podem começar a ronronar em qualquer uma das seguintes circunstâncias: - Na presença do dono. - A gata mãe enquanto cuida dos filhotes. - Cumprimentando gatos familiares e amigos. - Enquanto esfregam a cabeça e/ou rolam. - Durante o sono. - Em ambientes quentes e familiares. - Quando estiverem em dor extrema.

Miando

O fato de haverem 31 ortografias alternativas desta vocalização, indica não somente as sutis diferenças entre os sons, mas também as várias formas de interpretá-los. Alguns gatos desenvolvem tipos específicos de miados para serem usados em diferentes circunstâncias. Por exemplo, um gato pode usar um determinado miado ao pedir comida e outro tipo quando quer que abram sua porta. Alguns gatos têm um miado "silencioso" quando sua boca faz os gestos, mas não sai nenhum som. Com tantas vocalizações, o propósito disto não é entendido.

Rosnados e Similares

Os gatos produzem uma série de sons associados com atividades sexuais e agressivas. Uma fêmea no cio produz um chamado característico; enquanto competindo, os machos produzem rosnados e miados agressivos. Sibilar (hhhssssss!) é usado como aviso de um ataque iminente.

Os Miados dos Filhotes

Gatos recém-nascidos não estão aptos a emitir todos os tipos de miados que um gato adulto pode: o seu repertório de sons pessoal se desenvolverá quando ele crescer. Os filhotes não podem ouvir logo que nascem, portanto seus primeiros chamados são pré-programados e não precisam ser aprendidos. Um filhote com poucos dias de vida também pode ronronar, e o fará quando sua mãe o estiver lambendo. Os primeiros miados aparecem na fase de desmamar. Aproximadamente neste estágio, o filhote desenvolve os sons agressivos, como rosnar. Os filhotes não costumam sibilar até a idade de cinco semanas.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Dewey Redmore Books



Realmente este gatinho Dewey é apaixonante. Estou lendo sua história e recomendo a todos os amantes de gatos.Comecei a ler este livro esta semana e já me apaixonei por Dewey.

Dewey, um gato entre livros é uma história real, E, por ser real, é tão comovente. Como pode um simples gatinho mudar a vida de toda uma cidade? Quem tem um gato em casa certamente não vai se surpreender. Quem não tem vai descobrir que, se os cachorros são brincalhões e animados, os gatos são carinhosos e companheiros. Foi assim que Dewey, um filhote abandonado e adotado por uma bibliotecária, tornou-se o mascote da cidade de Spencer, nos Estados Unidos.

Seu jeito de caminhar por entre livros encantava adultos e crianças. Dono de um apurado sexto sentido, sabia escolher em que colo dormir todas as tardes - sempre de quem estava precisando de um carinho. Dewey virou símbolo de amor e amizade para todos que frequentavam o local e, aos poucos, foi conquistando o país. à medida que sua fama se espalhava, Dewey se tornou um motivo de orgulho para Spencer e incentivou sua população a superar a maior crise econômica enfrentada na região em toda a sua história.

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Livros e Revistas : Por que os Gatos São Assim?


Autor: Karen Anderson

Resenha:'Por Que os Gatos São Assim?' é uma leitura leve e saborosa para os amantes de gatos. Repleto de ilustrações delicadas em nanquim, reúne explicações bem-humoradas e surpreendentes para 40 dúvidas comuns sobre os comportamentos típicos desses felinos. O título analisa a linguagem corporal dos gatos em detalhes e explica o significado de determinadas atitudes como roçar em pessoas e objetos, ronronar, mordiscar a mão de uma pessoa quando acariciados e dormir em cima dos donos na cama.

Editora: Publifolha
Edição: 1a. edição, 2003 / 1a. reimpressão, 2004
Idioma: Português
Número de páginas: 96 páginas
Formato: 16,5 cm x 16,5 cm (largura x altura)
Especificação: Offset 90g, 1 cor, Capa Dura
Peso: 210 gramas
ISBN: 85-7402-459-7
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