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terça-feira, 30 de novembro de 2010

CatNews: Prince Chunck virou estrelinha


Celebridade no mundo dos gatos, Prince Chunk morreu no último final de semana no Estados Unidos. O felino, visivelmente obeso, chegou a pesar 20kg e faleceu, com cerca de 7,7kg, em função de problemas cardíacos.O príncipe – que, no começo, teve seu sexo confundido e chegou a ser chamado de "princesa” – foi abandonado em 2008, quando os donos originais perderam a casa em um hipoteca. Um concurso com mais de 500 candidatos escolheu Vince Damiani, de 20 anos, para adotar o felino.De acordo com o “Philadelphia Inquirer“, a doença cardíaca diagnosticada no bichano o acompanhava desde o nascimento. O gato, que tinha cerca de 10 anos, morreu dormindo e foi cremado na segunda-feira. Prince Chunk participou de programas de televisão e tinha uma fundação com seu nome – que ajuda pessoas a cuidar da alimentação de seus animais. Segundo Damiani, a fundação manterá vivo o legado do príncipe; "esperamos que não seja o legado da obesidade felina".
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Para beber água, gatos desafiam a gravidade

Todo dono de gato que se preze é capaz de ficar horas falando que seu bichinho de estimação é sabido, faz peripécias e é cheio de personalidade. Agora, eles vão ficar insuportáveis: engenheiros do MIT (Massachussetts Institute of Technology) comprovaram que o simples ato de beber água ou leite por parte dos felinos demonstra um total conhecimento de Física e mecânica de fluidos. O estudo foi publicado na edição desta semana do periódico científico Science.

Primeiro, é preciso explicar que os felinos têm as chamadas bochechas incompletas, onde a boca avança pela lateral da face e possibilita que muitos carnívoros tenham mais facilidade para matar ou capturar as suas presas. O ponto negativo disso é que gatos não podem sugar. E é exatamente com esta habilidade, que humanos, e outros animais, conseguem beber líquido numa garrafa, e até beijar.

Mas a análise de vídeos em câmera lenta pelos pesquisadores do MIT mostrou que os gatos elaboraram uma estratégia eficiente para não se lambuzar ou morrer de sede. Os pesquisadores do MIT observaram que a língua sai da boca do gato como um "J", onde a parte superior da língua é a única a tocar na água. Depois disto, o gato recolhe a língua para cima de volta à boca, de uma maneira muito rápida - aproximadamente 1 metro por segundo. Isto resulta na criação de uma coluna de líquido que é 'esticada' por inércia. Quando o gato fecha a boca, ele bebe parte desta coluna.

”O que é fantástico é que o gato sabe exatamente quando fechar a boca e repete o processo em uma frequência que aumenta o volume ingerido. Se ele esperasse mais uma fração de segundo, a gravidade faria com que a coluna se rompesse e a maior parte cairia novamente na tigela. É aqui que os gatos mostram claramente o seu 'profundo conhecimento' de física e mecânica de fluidos!”, disse ao iG Pedro Reis, autor do estudo.

A explicação física do processo envolve as leis da inércia e da gravidade. Reis esclarece que o movimento da língua induz um deslocamento vertical, para cima, da água e a coluna cresce em altura e diâmetro. “Na fase inicial, a inércia ganha da gravidade. No entanto, se o gato não fechasse a boca no instante correto, uma vez que a coluna crescesse muito, ela se tornaria pesada demais, se romperia e a maioria da água cairia de volta à tigela”, disse.

Neste ponto, os gatos ganham dos cães na batalha para saber qual animal é o mais sabichão. Com os cães, que também têm bochechas incompletas, as coisas acontecem de forma diferente. Para beber água, a língua sai da boca do animal na mesma forma de um "J" mas, ao contrário dos gatos, eles utilizam a parte inferior do "J" como uma colher. “Do ponto de vista de mecânica de fluidos, este processo é muito menos interessante”, disse.

Pergunta que nunca havia sido feita

O interesse no assunto surgiu a partir da observação de outro autor, Roman Stocker - que estuda no MIT a mecânica dos fluidos dos movimentos de microorganismos do oceano - do seu próprio gato, um dia durante café da manhã. O estudo, que não recebeu financiamento, durou três anos para descrever matematicamente o processo e pode ser aplicado em robôs que captem líquidos sem sucção. “Pode parecer uma questão óbvia e trivial, mas ninguém havia se perguntado antes como os gatos bebem. Aparentemente, o gato parecia lutar contra a gravidade para trazer a água para a sua boca. Mas a questão é como fazem isso”, disse Reis.

Para entender melhor a dinâmica de o gato beber água, a equipe de pesquisadores criou uma versão robótica da língua do gato que se move para cima e para baixo sobre uma tigela de água. “Há inúmeros processos no dia-a-dia que ainda percebemos muito mal, ou simplesmente não temos nenhuma idéia”.



Estudo mostrou como felinos usam leis da gravidade e inércia para conseguir saciar sua sede

Publicado por: iG
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sábado, 6 de novembro de 2010

Os gatos sonham? Eles têm pesadelos?


Acredito que muitos de vocês já pararam para questionar se seu gato sonha ou não. Eu não tenho dúvida alguma. A Nina estes dias, dormindo ao meu lado, começou a emitir sons altos como se estivesse em uma briga com outro gato. Ela se contorcia de forma selvagem e até me assustou quando eu resolvi acordá-la do terrível pesadelo. Ela estava realmente assustada com algo e ao ser acordada, saltou para fora da cama descontrolada só voltando mais tarde para dormir e se dar conta que nada mais foi do que um sonho ruim. A Missy por vezes, depois de uma soneca à tarde, também acorda resmungando parecendo um bebê aflito e só se acalma quando ouve minha voz ou chego próxima para ver o que se passa.

Fiz várias pesquisas na net sobre este assunto e encontrei diversos relatos e também pesquisas científicas comprovando que os animais (mamíferos em geral) tendem a sonhar, principalmente com algo ocorrido ao longo do dia. Estas sensações podem ser de felicidade e também por frustrações.

Como ajudá-los em situações assim:

1) Ao perceber que eles estão sonhando ou tendo um pesadelo chama-los suavemente pelo nome, assim vão assimilar a voz do dono e que estão em casa;

2) Nunca tentar acordá-los do pesadelo. Eles podem se assustar ainda mais (vejam a reação que a Nina teve!) Assim que acordarem devemos aproximar nossa mão ao focinho. O cheiro fará com que haja o imedito reconhecimento cerebral;

3) Esfregar o cobertor do animal na nossa nuca e cabelos também ajuda-os a se orientar no sono.

Como apoiar um gatinho adotado e traumatizado:

Quer adotar um gatinho mas não sabe seu passado, lembre-se que a recuperação física e mental tem o seu próprio ritmo.
Doenças digestivas pode significar que o gatinho esteja com necessidade de uma nova variedade de alimento. Um gato se recuperando de uma luta não vai ter a mesma confiança durante o confronto.
Nós não podemos fazer nada sobre o passado. Podemos apenas lembrar o gato que, aqui no presente, eles são amados, estão recebendo o que eles precisam.
Porque por mais terrível que seja o trauma, ele permanece na memória como uma experiência de aprendizagem. Esse é o seu propósito. Portanto, você como dono, não deve ser impaciente ou se chatear com o gato.

Pesquisas feitas: Fox, Michael W. The Animal Doctor's Answer Book, p. 215; Schneck, Marcus, and Jill Caravan. Cat Facts, pp. 20-21.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Os animais também fazem luto

Vários estudos científicos têm comprovado que, à semelhança dos seres humanos, algumas espécies animais têm consciência da morte do outro e fazem o seu luto. Sozinhos ou em grupo, expressam a dor pela perda do outro e, em alguns casos, o sofrimento é tanto que acabam também por morrer. Em alguns animais foram mesmo observadas lágrimas nos olhos, nesses momentos de dor. Vejamos alguns exemplos:

Duas pesquisas publicadas no Current Biology, em Abril deste ano, referem que os chimpanzés têm consciência da morte, tal como nós. Foram observadas mães-chimpanzés a carregarem o corpo dos seus bebés durante vários dias, até estes mumificarem. Um dos trabalhos descreve os últimos momentos de Pensy, uma fêmea com mais de 50 anos que viviam no Safari Park de Blair Drummond, na Escócia. O resto dos chimpanzés manteve-se sempre próximo dela, silencioso e tentado reconfortá-la. Quando Pensy morreu, a filha, Rosie, e os restantes elementos do grupo abanaram-lhe a cabeça e os ombros, como que querendo acordá-la. Foram dormir mais tarde e evitaram os locais por onde Pensy parava.



Os elefantes experimentam muitas sensações semelhantes às dos seres humanos, destacando-se, no mundo animal, pela tristeza e dor que expressam quando perdem um companheiro. Enquanto que a maioria das espécies não hesita em deixar para trás um elemento do grupo doente ou moribundo, os elefantes são incapazes de o fazer, rodeando-o de mil e uma atenções. Quando esse membro do grupo morre, tentam levantá-lo, com a tromba e as patas, mas quando percebem que morreu, ajoelham-se junto ao corpo e choram a perda. Foram ainda registados casos em que elefantes bebés que assitiram à morte da progenitora acordam a gritar.

Pete Wedderburn, um médico-veterinário com mais de 25 anos de experiência, conta no seu blogue que os cães ficam deprimidos com a morte de um companheiro (seja este um animal ou um ser humano), podendo ficar mais quietos e perder o apetite. Este médico-veterinário aconselha a levar o animal a passear mais vezes, especialmente em locais onde possa interagir com outros cães. Em alguns casos, embora seja raro, poderá ser necessário administrar-lhe anti-depressivos.

Também os gatos mostram sinais de dor pela perda de um companheiro (seja este outro gato, um cão ou o dono). Nos primeiros tempos, percorrerem os locais por onde o parceiro andava, à sua procura, e miando baixinho, como se estivessem a chorar. Sarah Hartwell, no site MessyBeast, conta o caso de dois gatos, cujo dono morreu, que reagiram de forma diferente a essa perda. Ambos deixaram comer, mas depois de o médico-veterinário lhes ter administrado medicamentos que estimulam o apetite, um deles recuperou, enquanto o outro continuou sem apetite e morreu. Alguns investigadores consideram que os gatos têm a mesma percepção da morte que as crianças de tenra idade, ou seja, não têm consciência de que a morte é um estado permanente.

Marc Bekoff, num artigo publicado na Psychology Today, conta que dois cientistas assistiram à dor de um grupo de lobos devido à perda da fêmea omega, Motaki, morta por um leão. Desde então, nunca mais uivaram em grupo, choravam sozinhos. Ficaram deprimidos, caminhando lentamente, com as caudas e as cabeças baixas, até ao local onde Motaki foi morta. Só seis semanas mais tarde, a vida da alcateia voltou à normalidade. Também as raposas já foram observadas a protagonizar rituais funerários.

Publicado por: Jornal de Notícias

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