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sábado, 23 de outubro de 2010

CatNews: Especialistas afirmam que uso de chips RFID pode causar câncer em animais


Colocar rastreadores por rádio em animais de estimação – principalmente cachorros e gatos – tem se tornado mais comum em determinadas classes sociais, porém, especialistas agora afirmam que este tipo de dispositivo pode causar câncer nos pets.

Nos Estados Unidos, muitos veterinários aconselham a utilização de microchips de identificação dos animais por radiofrequência (RFID, em inglês) e a maioria dos abrigos os exige. Entretanto, a segurança deste dispositivo é muito questionada, tanto que a dona de um gato abriu um processo contra a Merck & Co., fabricante do chip HomeAgain, alegando que o câncer de seu bichinho foi consequência direta do implante do chip RFID.

A veterinária Katherine Albrecht, especialista em efeitos colaterais da implantação de RFIDs, acredita que este caso seja apenas a “ponta do iceberg”, já que tem visto inúmeros casos de animais com câncer induzido por microchips. Além disso, ela afirma que a Merck e outras grandes empresas devem considerar seriamente este processo e passar a advertir seus consumidores sobre o risco da utilização destes dispositivos, conforme conta o site Natural News.

O site ainda lembra que, de acordo com a FDA (órgão regulador de alimentos e medicações nos EUA), as reações adversas provenientes deste tipo de implante incluem “reações adversas em tecidos”. Já a British Small Animal Veterinary Association, afirma que as reações incluem infecção, abscessos e tumores.

Albrecht publicou recentemente um artigo com uma revisão bibliográfica sobre o uso de RFIDs em animais. O artigo pode ser visualizado em PDF, pela URL tiny.cc/epk51. O site chipmenot.org conta mais sobre o assunto, alertando os donos para o perigo da utilização desses microchips.

Agora resta aos milhões de donos de cães e gatos pelo mundo reconsiderarem o que é realmente interessante e para o bem de seus bichos. Assim como acredita David Gomez, escrevendo para o site TG Daily, se algo não é bom para os animais, não é bom para os humanos.

Por: Nataly Dauer
Publicado no Geek
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Alta Salivação em Felinos


O gato com salivação intensa ou sialorreia deve ser avaliado baseando-se na distinção de dois grandes grupos de enfermidades: as afecções orais, que acometem a boca, dentes, língua e anexos, e as afecções não-orais, que são doenças que acometem outros sistemas orgânicos, com reflexo na produção exagerada de saliva. Portanto, o exame clínico e laboratorial são imprescindíveis nestes casos.

Muitas vezes lesões orais, como úlceras, causadas por viroses ou contato com produtos químicos ou plantas, são as causas mais comuns de sialorreia nos felinos. Problemas dentários, como fraturas, periodontite e reabsorção odontoclástica podem ser incriminadas também, principalmente em gatos mais idosos. Essas enfermidades orais costumam deixar o animal sem apetite, pela dificuldade em apreender e deglutir o alimento, além de que a saliva vêm tingida de sangue e com odor alterado. Corpos estranhos como linhas de costura, gramíneas etc., podem ficar presos na língua ou dentes, ocasionando sintomatologia parecida.

O felino que saliva intensamente, mas sem alterações na cavidade oral, deve ser avaliado para saber se ele tem doenças sistêmicas, muitas vezes mais sérias. Disfunções no fígado e nos rins podem causar náuseas e enjoos, levando o animal a episódios de salivação, principalmente quando tenta se alimentar. A doença renal é uma das causas mais comuns de sialorreia no gato doméstico.

O estresse também é um fator importante. Gatos com medo, ansiedade ou dor podem salivar profusamente. O evento estressante muitas vezes pode ser difícil de ser percebido, mas perseguições por outro animal, disputas territoriais, combates, tudo isso pode deixar o felino em "alerta" e ao menor estímulo visual ou auditivo ele saliva, podendo continuar por muitos dias. Assim, uma abordagem diagnóstica extensa e precisa é fundamental para o tratamento correto, podendo ser uma enfermidade mais simples, de fácil tratamento ou até uma afecção fatal para seu felino.

REGINALDO PEREIRA DE SOUSA FILHO - Médico veterinário do Hospital da Faculdade de Veterinária da Uece (Favet Uece) e pós-graduado em Clínica de Felinos

Publicado por: Diário do Nordeste
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